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      Sete pessoas são mortas em São Gonçalo e Itaboraí; polícia investiga chacina
      Sete pessoas foram mortas a tiros entre a noite de domingo (20) e a madrugada desta segunda-feira (21). De acordo com informações do 35º Batalhão (Itaboraí), Quatro mortes aconteceram no bairro Marambaia, em São Gonçalo, às 11h20. Por volta de 1h, três pessoas foram mortas no bairro BNH, em Itaboraí. De acordo com a Polícia Militar, as mortes estariam relacionadas a uma tentativa de tomada de território de uma quadrilha rival de traficantes. Na última quinta-feira (17), o cabo da PM Rodrigo Marcos Paiva foi morto a tiros no mesmo local das mortes em São Gonçalo. Ele foi assassinado na frente da mãe enquanto lanchava em uma barraquinha.
    • 21/01/2019 08:05
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    • 21/01/2019 08:00
      Dinheiro torna você mais feliz? O tira-teima
      Para não fugir do clichê, um ditado diz que dinheiro não traz felicidade. O tema é um dos preferidos da economia comportamental. Afinal, muitas das nossas decisões, sejam de consumo, profissionais, etc., vêm de nossa relação psicológica com o dinheiro. Por muito tempo, desde um estudo, de 1978, com ganhadores da loteria dos psicólogos Philip Brickman, Dan Coates e Ronnie, Janoff-Bulman, o mais comum era pensar que o ditado é verdadeiro e dinheiro não traz mesmo felicidade. Mas um estudo, de 2018, de três outros pesquisadores, Erik Lindqvist, Robert Östling e David Cesarini, mostrou que entre outros ganhadores a vida nunca esteve melhor. E agora? É difícil não pensar que dinheiro traz felicidade. Mais dinheiro não traz apenas mais brinquedos na infância como, na vida adulta, melhor atendimento médico, a chance de se alimentar melhor, mais tempo livre para os amigos e para viajar e um trabalho mais produtivo. Em resumo, uma vida com muito menos preocupações. Por que então nos mesmos estudos as pessoas ricas não são mais felizes na mesma proporção da sua riqueza? Isto é, satisfeitas algumas necessidades, por que não são mais felizes do que outras pessoas na mesma condição, porém menos ricas? Porque gastam mal ? é a resposta dos três pesquisadores. Poder comprar vinho, por exemplo, não garante uma boa adega se a pessoa não souber no que está gastando e a satisfação com o gasto certamente será menor do que a de alguém que, mesmo gastando menos, entende da bebida e faz escolhas melhores. Pessoas se adaptam rapidamente a mudanças, sejam boas ou ruins, e se decepcionam ao perceber, por exemplo, que a felicidade de ganhar uma quantia de dinheiro não dura para sempre. Também não se costumam levar em conta que quando gastarem o dinheiro o contexto será diferente daquele de quando o ganharam. Algo que deixaria você feliz agora, como um carro zero ou um apartamento maior, talvez não faça se vier a poder comprar qualquer um deles no futuro. Ou, outro exemplo, talvez você se sinta feliz hoje com um iPhone recém-lançado, mas não tão feliz quanto imaginava que ficaria. E talvez até mesmo se sinta tão feliz quanto esperava, mas não por tanto tempo quanto achava que iria ficar. O trabalho compila dezenas de outros estudos anteriores para listar oito fatores que podem tornar mais feliz que tem dinheiro. Prefira experiências, como viajar ou ir a um show, a coisas Gaste mais com os outros, com presentes, por exemplo, do que consigo mesmo Prefira pequenos prazeres ? e gastos ? em vez de grandes Gaste menos tentando evitar que as coisas deem errado, muitas vão dar Pague agora, mas consuma depois e não o contrário Preste mais atenção nos atributos dos produtos do que nos preços Tente imaginar também os possíveis efeitos negativos de um gasto Siga a manada, aproveitando as experiências anteriores dos outros Os pesquisadores não garantem se tratar de uma fórmula perfeita, mas acreditam que pelo menos pode ajudar a lidar psicologicamente com o dinheiro. Dinheiro não compra felicidade, não dependemos apenas de gastar para sermos felizes. Mas pelo menos são dicas que ajudam a não gastar à toa.
    • 21/01/2019 08:00
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