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      Segurança que asfixiou jovem em supermercado tem pelo menos outras três passagens pela polícia
      Além do homicídio investigado atualmente, Davi Amâncio também responde a processos de lesão corporal culposa, porte ilegal de arma e agressão da ex-companheira. Mãe de jovem morto por estrangulamento por vigia em supermercado será ouvida nesta terça O vigilante suspeito de matar estrangulado um jovem dentro do supermercado Extra na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, tem pelo menos outras três passagens pela polícia. Além de ter agredido a ex-companheira na frente dos filhos, Davi Amâncio também responde por lesão corporal culposa e porte ilegal de arma. O caso envolvendo a lesão corporal culposa ocorreu em 2012, quando o segurança se envolveu num atropelamento com moto. Amâncio não tinha habilitação específica para conduzir o veículo. A outra ocorrência é do ano passado, quando numa blitz o vigilante e outros dois homens foram flagrados com uma arma que não era dele. A agressão à ex-companheira ocorreu em fevereiro de 2015, quando ele agrediu a mulher com vários socos na frente dos filhos durante uma discussão motivada por ciúmes. Por esse caso, ele foi condenado, em 2017, a três meses de prisão. Ter sido condenado impediria Amâncio de trabalhar como segurança, mas, como foi contratado em maio de 2017, sete meses antes da condenação, a Polícia Federal só iria rever a situação no curso de reciclagem, em maio deste ano. Amanhã, está marcado o depoimento da mãe do jovem Pedro Henrique Gonzaga na Delegacia de Homicídios da Capital. Dependendo da apuração, a polícia informou que o segurança poderá ser indiciado por homicídio doloso ? quando há a intenção de matar.
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      Reforma atingirá todos os setores da sociedade e ninguém ficará de fora, diz secretário da Previdência
      Leonardo Rolim diz que proposta seguirá com série de antídotos para facilitar sua tramitação A reforma da Previdência será para todos os setores da sociedade e não deixará ninguém de fora, garante o secretário da Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim. O economista tem larga experiência no tema e por muitos anos foi consultor da Câmara dos Deputados. Por isso, conhece o assunto e as dificuldades na sua tramitação. O secretário da Previdência adiantou ao Blog que o governo Bolsonaro se preocupou em criar antídotos contra todas as críticas que atingiram a reforma apresentada pela administração anterior, como as questões das fraudes e das dívidas previdenciárias. Rolim admitiu, contudo, que a questão da idade mínima, fechada em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, ainda é um ponto sensível a ser enfrentado no momento em que começar a tramitação da proposta no Congresso Nacional. Dizendo-se otimista, Rolim explicou ainda que existem duas diferenças em relação a ultima tentativa de reforma que fracassou durante gestão do ex-presidente Michel Temer. Na sua avaliação, a população, agora, conhece um pouco mais sobre o tema e a comunicação em relação à necessidade da reforma será melhor produzida. ?Acredito muito que a comunicação vai ser diferente e que as pessoas hoje estão conhecendo um pouco mais do tema. Diante disso, será mais fácil de entenderem a nova comunicação?, explica. Leia abaixo os principais trechos da entrevista:   Blog - Qual a sua expectativa para a aprovação da Reforma da Previdência, diante do fato que você teve atuação no Congresso e conhece o parlamento? Leonardo Rolim ? A expectativa é boa. A proposta vai com uma série de antídotos em relação às críticas que foram feitas na gestão anterior, estaremos atacando as fraudes, a questão das dívidas previdenciárias. Todos vão participar, não vai ficar ninguém de fora, outra crítica que teve anteriormente.  Blog ? No outro texto, apresentado pelo governo Michel Temer, houve essa crítica. Rolim ? Sim, houve essa crítica porque alguns ficaram de fora. Agora ninguém vai ficar de fora.  Blog ? Nem os militares? Rolim ? Nem os militares. E tem também o princípio de que a regra vai afetar mais a quem ganha mais. Quem ganha menos, vai ser menos afetado. Esse é um outro princípio também que pode dar força à proposta. Blog ? Me fala mais sobre os outros ?nós? desatados, por favor. Rolim ? Esses são os principais. O cenário é outro, você tem um governo recém-eleito, que vem com uma popularidade, um Congresso renovado, com quatro anos de mandato pela frente. Você, Matheus, sabe que isso faz muita diferença. E além disso, as discussões que ocorreram na reforma do Temer e durante as eleições fizeram a sociedade hoje já estar reconhecendo maior a necessidade de uma reforma previdenciária. Blog ? Você acha que as discussões durante a tentativa da reforma do Temer ajudam? Rolim ? Hoje as pesquisas mostram que a maioria das pessoas reconhece a necessidade da reforma. Óbvio que quando fala em parâmetros que afetam, alguns não estão dispostos a ceder, mas o reconhecimento da necessidade da reforma já facilita o debate. Não há mais aquela negação como havia antes. Ainda há, mas hoje é minoritária. Naquela época ela era majoritária. Então eu acho que todos esses pontos em conjunto criam um cenário positivo para a aprovação da reforma. Estou otimista.  Acho que o cenário é muito diferente do que a gente via em 2017. Em todos os aspectos, o cenário é bem diferente. Blog ? O que mais te preocupa na tramitação, no andamento do projeto no parlamento? Rolim ? Alguns pontos vão ser mais difíceis de convencimento. Eu acho que a questão da idade mínima [para homens e mulheres] é muito mais de comunicação, porque a gente tem que mostrar que o trabalhador mais pobre já se aposenta por idade, porque há uma idade mínima, só que ela não é obrigatória.  Blog ? Quais são? Rolim ? Você tem duas regras de aposentadoria: uma para o rico e outra para o pobre. Na verdade, é isso que ocorre hoje, porque você tem a aposentadoria por idade e a aposentadoria por tempo de contribuição. Como o pobre não consegue somar 35 anos de contribuição, ele não consegue se aposentar por tempo de contribuição, ele só se aposenta por idade. Aos 65 anos o homem e 60 a mulher. Na verdade, na média, a idade média de aposentadoria do pobre é 65,5 anos para o homem e 61,5 da mulher. Nós já estamos exatamente naquele ponto que o presidente definiu, de 65 e 62, para o pobre. O rico se aposenta mais cedo porque ele tem trabalho de melhor qualidade e ele consegue somar 35 anos de contribuição muito antes dessa idade. E homem, vamos dizer assim da classe média, ele se aposenta, em média, aos 55 anos. E a mulher, aos 53. É uma idade média muito baixa. Não há nenhum país no mundo que tenha a idade média nesse nível. E se pegarmos o mais pobre mesmo, esse não se aposenta nem por idade porque não consegue somar o tempo de contribuição. O mais pobre mesmo fica a maior parte da vida na informalidade e acaba se aposentando pela lei orgânica da assistência social, que é 65 [anos], igual para homem e mulher. Então, mais ou menos ¼ da população se aposenta por tempo de contribuição. O restante acaba sendo por idade. É uma questão de mostrar às pessoas... eu acho que não houve uma boa comunicação para mostrar isso à sociedade antes. A maioria da população não vai ter grandes mudanças na idade. Para uma parcela menor da população que tem condições, num país tão desigual como o nosso, de vida muito melhor, é que vai se exigir uma mudança, um aumento da idade de aposentadoria e, consequentemente, uma contribuição maior.  Blog ? Mas, ainda assim, se você está falando que há um problema de comunicação em relação a isso... é uma questão sensível. Rolim ? Na tramitação da reforma do Temer foi um problema. Não foi bem comunicado. E veio aquele negócio de trabalhar até morrer e que, em [determinado] lugar, as pessoas vão morrer antes de se aposentar. Toda aquela fala que ocorreu foi em função de uma propaganda descolada da realidade. Tentando levar para o pobre a realidade do rico. E isso, por não ter tido uma boa comunicação, acabou criando dificuldade para a tramitação da reforma. Blog ? Mas você aposta que agora a comunicação pode ser diferente. Rolim ? Acredito muito que a comunicação vai ser diferente e que as pessoas hoje estão conhecendo um pouco mais do tema. Diante disso, vai ser mais fácil de entenderem a nova comunicação a ser feita. Blog - Alguma novidade sobre todo o pacote da reforma da previdência, de última hora? Rolim ? Vai ser falado na quarta-feira. 
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