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      Tribunal de Contas determina devolução de R$ 227 mil pagos por obra em escola do Paraná
      Obra é uma das investigadas na Operação Quadro Negro, que apura desvios de R$ 20 milhões da construção e reforma de escolas estaduais. O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) determinou a devolução de R$ 227,8 mil pagos pela obra da Escola Estadual Padre João Wislinski, no bairro Santa Cândida, em Curitiba. A decisão foi tomada pelo plenário do TCE por unanimidade. A obra é uma das investigadas na Operação Quadro Negro, que apura desvios de R$ 20 milhões da construção e reforma de escolas estaduais. As investigações do TCE-PR apontaram que a construtora executou reparos que custaram R$ 470 mil e recebeu quase R$ 690 mil. De acordo com a auditoria, os R$ 227 mil foram recebidos a mais do que os serviços executados. A construtora Brioschi Engenharia e os seus representantes Marcelo Leal Brioschi e Cantorina Odília Leal Brioschi, além dos engenheiros Angelo Antônio Ferreira Dias Menezes, Evandro Machado, foram responsabilizados. O ex-diretor da Secretaria de Educação do Paraná Maurício Fanini também está entre os responsabilizados. Ele assinou um acordo de delação premiada, que ainda não foi homologado, dentro das investigações da Operação Quadro. A decisão do Tribunal é resultado de um dos dezenove procedimentos que foram abertos no TCE como desdobramento da Quadro Negro. Oito procedimentos envolvendo oito empresas e mais de 40 agentes públicos já foram julgados. Além das investigações do Tribunal de Contas, a Operação Quadro Negro, que começou em 2015, já deu origem a quatro ações penais. Nestes processos, por enquanto, ninguém foi condenado. Também há ações abertas na esfera cível, envolvendo dezenas de funcionários públicos e políticos. O outro lado A Secretaria de Educação diz que foi a primeira a investigar as irregularidades e repassou as informações à Polícia Civil, Ministério Público e Tribunal de Contas. A secretaria também informou que reforçou seus departamentos de controle interno e de auditoria após o episódio. A defesa do engenheiro Evandro Machado afirmou que vai recorer da decisão. O advogado disse que o engenheiro não cometeu qualquer ato irregular, que não fazia a medição das obras, que recebia as medições prontas e inseria as informações no sistema por ordem superior. O G1 tenta contato com as defesas dos demais citados na reportagem. Veja mais notícias da região no G1 Paraná.
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      Departamento do governo federal amplia restrição a drones na região do aeroporto de Congonhas
    • 17/01/2019 21:15
      Agências bancárias de Piracicaba têm 90 dias para colocar avisos sobre proibição de venda casada
      Placas precisam ter texto definido em lei e ficar em ponto de fácil visualização. Descumprimento pode gerar multa. As agências de Piracicaba (SP) têm 90 dias para colocar placas que avisam os clientes sobre a proibição da venda casada de serviços bancários. O descumprimento do prazo pode gerar multa aos bancos. Condicionar a prestação de um serviço à compra de outro é vetado por lei federal. O prazo foi publicado em decreto no Diário Oficial do município desta quinta-feira (17). O decreto determina que a placa seja feita em material de fundo branco com a mensagem em tinta preta e letras de tamanho maior ou igual a 1,5 centímetro. A mensagem foi estabelecida por lei: "É proibido condicionar a abertura de contas, concessão de crédito, ou fornecimento de qualquer outro serviço à aquisição de outro produto ou serviço desta instituição". Segundo o decreto, o Serviço Municipal de Defesa do Consumidor (Procon) ficará responsável por fiscalizar o cumprimento da normal. A lei municipal que obriga os bancos a manter os avisos foi sancionada em 18 de dezembro de 2018. Venda casada "A prática de venda casada consiste em condicionar o oferecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos", define a lei municipal. A venda casada é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, estabelecido em âmbito federal desde 1990. A proibição é tema do artigo 39 da seção "Práticas Abusivas". Se o Procon constatar a irregularidade, que pode partir de denúncia de moradores, as instituições bancárias vão passar por procedimento administrativo e, em seguida, multadas "de acordo com a gravidade da infração, a vantagem auferida e a condição econômica". Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
    • 17/01/2019 21:14
      Condições precárias de passarela incomodam moradores de Volta Redonda
      Travessia liga os bairros Vila Americana e Jardim Amália. Caso é antigo e moradores dizem que situação agrava com o tempo. Passarela que liga bairros de Volta Redonda continua em condições precárias Os moradores que precisam passar pela movimentada passarela que liga os bairros Vila Americana e Jardim Amália, dizem que as condições continuam precárias. Faltam grades e telas de proteção em boa parte da travessia. Além disso, em alguns pontos, o telhado e o piso estão quebrados. ?De qualquer forma precisamos descer escorando e as laterais estão sem proteção. Embaixo passa uma linha férrea. É perigoso!?, afirmou a dona de casa, Maria da Glória Firmiano da Silva. Essa é a segunda vez que equipes da TV Rio Sul vão até o local. Em novembro de 2018, a prefeitura informou que fez uma vistoria e estava em processo de compra do material para colocar novas grades na passarela. Disse ainda que as obras começariam na primeira quinzena de dezembro mas, até o momento, nenhum reparo foi feito. Quem passa por aqui com frequência conta que os problemas são antigos e agravam com o tempo. A dona de casa, Noraney Nunes, conta que a mãe dela, Maria, já escorregou na passarela e caiu. ?É muito perigoso se quebrar, porque a pessoa é idosa. A passarela é muito útil, mas precisa ser reformada?. Segundo os moradores, a preocupação é maior ainda durante a noite. ?De vez em quando acontece até assalto aqui. O pessoal fica com muito medo de passar?. Em nota, a prefeitura informou que enviou uma equipe nesta quinta-feira (17) para realizar os reparos necessários.
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