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      Repercussão: saiba o que políticos disseram sobre a demissão do ministro Gustavo Bebianno
      Um dos principais coordenadores da campanha de Bolsonaro, Gustavo Bebianno deixa o governo em meio a uma crise com o filho do presidente. Decisão de Bolsonaro de demitir Bebianno é de ?foro íntimo?, diz porta-voz O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, anunciou nesta segunda-feira (18) a demissão do ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno (PSL). O substituto será o general da reserva do Exército Floriano Peixoto Neto. Bebianno deixa o cargo em meio a uma crise política que atinge o governo. Um dos principais coordenadores da campanha de Bolsonaro no ano passado, Bebianno se envolveu em uma crise com o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente. Além disso, há pouco mais de uma semana, o jornal "Folha de S.Paulo" informou que o PSL, quando Bebianno presidia o partido, repassou R$ 400 mil a uma candidata a deputada federal de Pernambuco. Segundo o jornal, o repasse foi feito quatro dias antes das eleições, e ela recebeu 274 votos. Bebianno nega irregularidades, afirmando que não foi o responsável por escolher as candidatas que receberam dinheiro do partido. Isso porque, segundo ele, a decisão coube aos diretórios locais. Bolsonaro elogia Bebianno em vídeo Repercussão Saiba o que políticos disseram sobre a demissão de Gustavo Bebianno: Jair Bolsonaro, presidente da República: "Comunico que, desde a semana passada, diferentes pontos de vista sobre questões relevantes trouxeram a necessidade de uma reavaliação. Avalio que pode ter havido incompreensões e questões mal entendidas de parte a parte, não sendo adequado pré-julgamento de qualquer natureza. Tenho que reconhecer a dedicação e comprometimento do senhor Gustavo Bebianno à frente da coordenação da campanha eleitoral em 2018. Seu trabalho foi importante para o nosso êxito. Agradeço ao senhor Gustavo pelo esforço e empenho quando exerceu a direção nacional do PSL e continuo acreditando na sua seriedade e qualidade do seu trabalho. Reconheço também sua dedicação e esforço durante o período que esteve no governo. Como presidente da República comunico que, na data de hoje, tomei a decisão de exonerar o senhor ministro-chefe da Secretaria-Geral. Desejo ao senhor Gustavo Bebianno meus sinceros votos de sucesso em sua nova jornada." Hamilton Mourão, vice-presidente da República: "Eu acho que foi muito clara a nota do presidente, ele agradeceu o Bebianno. Uma decisão do presidente. Então, não tem nada a ver com questões familiares. O PSL não é meu partido, então eu não posso emitir opinião de algo que não tem nada a ver comigo, apesar de eu pertencer ao governo e o PSL ser o principal partido da base. Mas eu acho que o presidente tem capacidade e habilidade para superar qualquer crise dessa natureza. A decisão dele, ele amadureceu ao longo do final de semana. Eu acho melhor que seja feita assim. Eu acho que o presidente agiu com a cautela necessária." Daniel Coelho, deputado, líder do PPS na Câmara: "Agora é virar a página, não adianta render os motivos da briga. Agora é olhar pra frente. A decisão foi tomada, o ministro foi afastado, o que nós precisamos é focar nas soluções dos problemas do Brasil". Delegado Waldir, deputado, líder do PSL na Câmara: "O impacto da saída do ministro Bebianno para a reforma da Previdência é zero, é nada, página virada. Esta Casa, que é independente do Executivo, onde os fatos aconteceram, vai trabalhar para aprovar a reforma da Previdência." Ivan Valente, deputado (PSOL-SP): "Bolsonaro demite Bebianno. Nenhuma palavra sobre as outras laranjas podres, ministro do Turismo, Flávio Bolsonaro, Queiroz. Abre o bico, Bebianno." Juliano Medeiros, presidente do PSOL: "Caiu o primeiro ministro do governo Bolsonaro. Um governo que prometeu 'acabar com isso daí', mas mostra-se tão vulnerável às velhas práticas da política como qualquer outro. Foi o primeiro a cair. Certamente não será o último." Major Olímpio, líder do PSL no Senado: "O presidente Jair Bolsonaro, segundo critérios que ele mesmo estabeleceu, no momento em que era candidato e se colocou para a população brasileira, teve o livre arbítrio para escolher todos os seus ministros. Cargos da absoluta confiança. E no momento em que o presidente quer esse cargo, novamente pra colocar uma outra autoridade no lugar, isso é lógico, é absoluto, é inequívoco, é da competência intransferível do presidente. Todos nós nos mobilizamos para serenar os ânimos nesse momento, e eu particularmente e muita gente pela permanência do ministro Bebianno. Mas sendo uma escolha do presidente da República, nós apoiamos na integralidade o presidente no momento da sua decisão com a substituição pelo ministro general Floriano." Orlando Silva, deputado, líder do PCdoB na Câmara: "A demissão do ministro Gustavo Bebianno é mais uma trapalhada do governo de Jair Bolsonaro. É um governo improvisado, bagunçado, e isso tem repercutido no Congresso Nacional. Aliás, a decisão de demitir o ministro que contava com o apoio total da bancada, é também uma humilhação para a bancada do PSL. Seguramente, haverá muitos desdobramentos no Congresso Nacional, na medida em que as notícias continuem surgindo, as evidências de irregularidades apareçam."
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