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      Exportação do pescado de SC tem queda de 19% entre janeiro e julho de 2018
      Principal motivo é embargo da União Europeia, segundo secretário. Exportação de pescados sofre queda de 19% nos primeiros meses de 2018 A exportação do pescado catarinense registrou queda de 19,1% de janeiro a julho de 2018, conforme os indicadores de comércio exterior da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, afirmou que o principal motivo é a suspensão da importação do pescado do Brasil por parte da União Europeia (UE). A exportação de pescado do Brasil para a UE já estava suspensa por iniciativa do governo brasileiro desde dezembro, quando o bloco sinalizou que a fiscalização sanitária das embarcações de pesca do país não estava em conformidade com as políticas europeias. O governo queria ganhar tempo para fazer os ajustes apontados por auditores europeus. Só que a União Europeia não esperou. A secretaria da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina informou que, em 2017, o estado exportou US$ 2,5 milhões para a UE. Foram 277 toneladas de pescado mandadas para o bloco econômico. O embargo da UE causou prejuízos no estado, apesar de que foram ampliadas as exportações para outros locais, como Taiwan, Uruguai e Estados Unidos, segundo o secretário. "Santa Catarina é o maior produtor e exportador de pescados do Brasil. Somos o estado mais impactado. Um quarto das nossas exportações eram para a União Europeia", afirmou Spies. O secretário também disse que houve uma reunião nesta quarta-feira (15) em Brasília em que foi montado um grupo de trabalho para tentar resolver a situação do embargo. Uma das estratégias é buscar a reabertura imediata do mercado de peixe de água doce, que é criado em cativeiro e não necessita de licenciamento de barcos para ser capturado. Outra alternativa é adequar as regras nacionais às da UE para que a exportação de peixes do mar volte. Segundo Spies, o grupo de trabalho deve tomar essas iniciativas em 30 dias. Suspensão Em uma auditoria no ano passado, a UE encontrou irregularidades em algumas empresas, mas todas acabaram pagando o preço. Em comunicado, o bloco informou ao Ministério da Agricultura que está "deslistando todos os estabelecimentos pesqueiros e navios brasileiros que ainda são elegíveis para exportar produtos de pesca para a UE". O Ministério da Agricultura chegou a apresentar um plano para se adequar às exigências da União Europeia, mas o bloco alega que as respostas das autoridades brasileiras foram "insatisfatórias para a maioria das recomendações". Veja mais notícias do estado no G1 SC
    • 16/08/2018 01:58
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      Suspeito de receptação de objetos roubados de unidade de saúde é preso no ES
      Ele confessou o crime e levou a Polícia Civil até o matagal onde escondia os computadores. Homem foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Viana. Um homem de 29 anos foi preso em flagrante, na noite dessa terça-feira (14), por receptação e suspeita de participação no arrombamento de uma unidade de saúde de Jacaraípe, na Serra. Segundo a polícia, com ele foram encontrados dois computadores roubados da recepção do local. O suspeito foi levado para o Centro de Detenção Provisória de Viana. O crime aconteceu no sábado (11). A Polícia Civil ainda investiga a participação de um segundo criminoso na ação. Da unidade de saúde, foram levados dois computadores e uma televisão de 29 polegadas, que o suspeito disse que foi vendida em um site na internet, mas que a polícia acredita estar com o segundo investigado. ?Nós abordamos o suspeito na rua e ele confessou o crime e nos levou até o matagal onde os computadores estavam escondidos?, explicou o delegado Rodrigo Henrique Rosa. A equipe de investigação chegou ao suspeito pelo relato de uma testemunha. De acordo com o delegado, ele já tinha uma passagem por tráfico de drogas em 2014, e estava em liberdade condicional. O suspeito disse que furtou a unidade de saúde para sustentar o vício em drogas. Segundo a polícia, ele morava com a mãe, mas ela alegou não saber sobre o envolvimento do filho no crime.
    • 16/08/2018 01:50
      Paraná, quarta-feira, 15 de agosto de 2018
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      Veja o patrimônio que os candidatos ao governo do ES declararam ao TSE
    • 16/08/2018 01:41
      Pesquisa mostra que mais da metade dos paraenses está endividada
      As vendas aumentaram no estado, mas também o número de endividados no primeiro semestre de 2018 é maior que o número de endividados no mesmo período de 2017, aponta a Fecomércio-Pa. Pesquisa mostra que mais da metade dos paraenses estão endividados Mais da metade dos paraenses está endividada, aponta uma pesquisa da Federação do Comércio no estado, a Fecomércio-Pa. Em um ano, o número subiu de 37% para 55%. A dica dos especialistas é evitar compras parceladas no cartão de crédito. Ainda segundo a Fecomércio-Pa, as vendas aumentaram no estado. Enquanto o índice fechou o primeiro semestre em negativo no ano passado (-5,2% de janeiro a junho de 2017), este ano fechou em positivo (7,2% de janeiro a junho de 2018). Só que em julho o endividamento também subiu expressivamente, de 37,4% em 2017 para 55,8% em 2018. Isso significa que o paraense está usando mais a facilidade das prestações. ?Essa taxa de endividamento significa que os consumidores estão comprando mais em 2018 que em 2017?, diz a assessora econômica da Fecomércio Pará Lucia Ferreira. A taxa de inadimplência aumentou de 33,5% para 38,5%, aponta a Fecomércio-Pa. ?Precisa ter planejamento, senão a gente gasta muito com o cartão, porque ele facilita pra gente, nos dá uma falsa sensação de dinheiro na mão o tempo inteiro?, diz a funcionária pública Sónia Ribeiro, que parcelou recentemente uma conta em seis vezes. Ou seja, a dívida dela só vai terminar ano que vem. Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326.
    • 16/08/2018 01:28
      Banco terá que indenizar em R$ 5 mil cliente que esperou 2h por atendimento
      Caso aconteceu em Palmas. Para a Justiça, banco não cumpriu a lei municipal que estabelece limite máximo para atendimento de até 30 minutos. O banco Bradesco foi condenado a indenizar em R$ 5 mil um cliente que ficou cerca de 2h esperando por atendimento em uma agência de Palmas. A indenização é de danos morais por falha na prestação de serviços. A sentença foi publicada nesta quarta-feira (15). De acordo com documento, o banco não cumpriu a legislação municipal, que estabelece limite máximo para atendimento de até 30 minutos. O comprovante de atendimento demonstra que o correntista chegou à agência às 13h07 e o atendimento só ocorreu às 15h04min. Neste período, conforme o depoimento do cliente, apenas um funcionário fazia o atendimento nos caixas. Para o juiz Rubem Ribeiro de Carvalho, o cliente foi desrespeitado. ?Os casos concretos devem ser enxergados (...) na órbita da razoabilidade e da presteza do serviço público ofertado, a fim de censurar excessos praticados pelas instituições financeiras?. O juiz também considerou que as instituições financeiras devem priorizar o atendimento humano, ?ao manter um número considerável de funcionários que atendam à exigência do público consumidor, e não somente demandar os serviços para os caixas eletrônicos?. O valor deve ser submetido à correção monetária do presente arbitramento e juros moratórios de 1% ao mês a contar da citação do caso. O G1 entrou em contato com o banco e aguarda resposta. Lei Municipal A Lei Municipal fixou os limites máximos de tempo para atendimento nos caixas das agências situadas em Palmas. De acordo com o artigo, na ausência de informações claras por parte das instituições bancárias ou no contrato de prestação de serviços, acerca do tempo para atendimento em guichês, o tempo satisfatório para atendimento é de até 20 minutos em dias normais, e até 30 minutos em véspera e após feriados prolongados. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.
    • 16/08/2018 01:25
      VÍDEOS: Jornal de Rondônia 2ª edição desta quarta-feira, 15 de agosto
    • 16/08/2018 01:24
      Arrecadação em julho surpreende governo e cresce acima de 10%
    • 16/08/2018 01:20
      SineBahia tem vagas para Salvador, Jequié, Itabuna, Candeias e Santo Antônio de Jesus
    • 16/08/2018 01:14
      Soldado da PM é assassinado no caminho para o trabalho, no Grande Recife
    • 16/08/2018 01:09
      Festa Literária promove atividades culturais no Jacintinho, em Maceió
    • 16/08/2018 01:07
      No Pará são realizados 854 registros de candidaturas, informa o TRE
    • 16/08/2018 01:05
      Tribunal Regional Eleitoral do Ceará recebe 6 registros de candidatura ao governo do estado
    • 16/08/2018 01:01
      Três pessoas são atingidas por tiros na Praia do Futuro, em Fortaleza
      Segundo a Secretaria da Segurança Pública, os ocupantes de um carro dispararam contra as pessoas. Três pessoas foram atingidas por tiros disparados por ocupantes de um carro na noite desta quarta-feira (15), em Fortaleza. O caso aconteceu na Avenida Zezé Diogo, no Bairro Praia do Futuro. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSPDS), a possível motivação para o crime seria a disputa entre facções criminosas. Os feridos foram encaminhados para atendimento médico por ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A polícia ainda procura os responsáveis pelo crime.
    • 16/08/2018 00:58
      Veja a lista de vencedores do 29º Prêmio da Música Brasileira
    • 16/08/2018 00:48
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      Líquido e chocolate achados pela polícia podem ter provocado morte de mãe e filhas na BA; cachorro também morreu
    • 16/08/2018 00:48
      VÍDEOS: JA2 de quarta-feira, 15 de agosto
    • 16/08/2018 00:48
      Câmara aprova projeto que oficializa reorganização administrativa na Prefeitura de SP
    • 16/08/2018 00:42
      Oeste do Canadá declara estado de emergência por incêndios florestais
    • 16/08/2018 00:41
      VÍDEOS: JA 2ª Edição de quarta-feira, 15 de agosto
    • 16/08/2018 00:37
      Bomba flutuante é instalada em açude para reforçar combate a incêndio que já dura mais de 20 dias em aterro no Acre
    • 16/08/2018 00:37
      MP do Rio denuncia Dr. Bumbum por homicídio doloso na morte de bancária
      Em outro caso, no procedimento que resultou na morte de uma modelo, imagens mostram tentativa de destruir provas. Mulher presa pela morte de uma modelo acusa outras suspeitas de terem apagado provas O Ministério Público denunciou, nesta quarta-feira (15), o médico Dênis Furtado por homicídio doloso. O Doutor Bumbum está preso pela morte de uma bancária. Num novo depoimento, a única presa pela morte de uma modelo, após um preenchimento nos glúteos, disse que outras suspeitas apagaram provas do crime. Ohana Diniz está presa há oito dias. Ela aparece numa imagem chegando ao hotel onde a modelo Mayara dos Santos foi fazer um preenchimento nos glúteos, em julho. Ohana disse que indicou Valéria dos Santos Reis para fazer o procedimento, e que, ao chegar, ouviu gritos no quarto. ?Estavam gritando socorro, socorro, meu Deus, pelo amor de Deus, me ajuda, me ajuda, não faz isso comigo, Mayara?. Ohana disse que ?encontrou Mayara desfalecida, com um furo na lateral do glúteo, de onde saía um sangue escuro e espesso? e que ?Valéria comentou que tinha colocado três seringas de um lado e quatro seringas do outro lado do glúteo?. Outras duas mulheres também estavam no quarto. Entre elas, Thaiza Pimentel, que, segundo a polícia, ajudava a fazer os procedimentos. Ohana contou que Thaiza apagou as provas. ?A Thaiza pega o dedo da Mayara e desbloqueia o telefone da Mayara e apaga todas as mensagens e todos os telefones. Fez isso com a Mayara desmaiada?. ?Em vez de se preocupar em socorrer uma pessoa que está passando mal, ela quer se livrar das provas que a gente poderia, eventualmente, ter acesso?, disse o delegado Eduardo Freitas. Ohana contou ainda que Valéria foi até a casa dela no dia seguinte à morte de Mayara. Pegou o celular da modelo e disse que jogaria o aparelho no mar. Nesta quarta-feira (15), o Ministério Público denunciou o médico Dênis Furtado, o Doutor Bumbum, por homicídio doloso da bancária Lilian Calixto. Os promotores afirmam que ele assumiu o risco de matar quando aplicou a substância PMMA acima da quantidade recomendada e num local improvisado, o próprio apartamento. Também foram denunciadas por homicídio doloso a mãe do médico, Maria de Fátima Furtado, a namorada dele, Renata Cirne, e a funcionária Rosilene Pereira da Silva.
    • 16/08/2018 00:35
      Denúncia com base em delação deve ser rejeitada, entende turma do STF
      De acordo com a Segunda Turma, a palavra dos delatores e as provas produzidas por eles não bastam para abrir ação penal; mas a Procuradoria-Geral da República questiona. Denúncia com base em delação deve ser rejeitada, entende turma do STF Uma decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, responsável pela Lava Jato, abriu uma discussão sobre provas apresentadas por delatores, se são ou não válidas para embasar a abertura de uma ação penal. A denúncia contra o senador Ciro Nogueira, presidente do Progressistas, começou a ser analisada em junho pelos ministros da Segunda Turma do Supremo. Ciro Nogueira foi acusado de receber propina da construtora UTC em troca de favorecimentos em contrato com o Ministério das Cidades, que era controlado pelo partido dele na época. O relatório da Polícia Federal, que está no inquérito e levou à denúncia, cita que o delator Ricardo Pessoa disse que ?Ciro Nogueira, no segundo semestre do ano de 2013, solicitou-lhe a quantia de R$ 2 milhões para fazer frente a despesas médicas decorrentes da internação de um familiar seu, aduzindo que tal solicitação lhe fora feita mediante o aceno com contrapartidas; que o valor foi parcialmente pago em três vezes, em dinheiro, no montante total de R$ 1,4 milhão?. Os investigadores recuperaram datas de voos dos emissários que teriam levado a propina até o senador Ciro Nogueira. Além do depoimento, o delator entregou ao Ministério Público documentos como o cadastro de Ciro Nogueira na portaria da sede da UTC para provar que recebeu o senador na empresa; um contrato de prestação de serviços de assessoria e advocacia firmado entre a UTC e o escritório Hughes & Hughes Advogados Associados - segundo o delator, este contrato era fictício para receber propina destinada ao senador; e documentos contendo relatórios de pagamentos realizados pela UTC em face desse contrato. O relator da Lava Jato, ministro Luiz Edson Fachin, considerou que as provas eram suficientes para abrir uma ação penal. Em junho, o ministro Dias Toffoli abriu divergência, disse que provas produzidas por delator não eram suficientes para justificar a abertura da ação. Na terça-feira (14), na retomada do julgamento, o ministro Gilmar Mendes seguiu o entendimento de Toffoli e votou contra o recebimento da denúncia. ?A previsão de que não haverá condenação baseada apenas nas declarações do colaborador é o que está na lei, artigo quarto parágrafo 16 da lei 12.850, e o reconhecimento legal de que a prova produzida de forma interessada tem valor limitado. Muito embora a legislação seja expressa em atribuir pouco valor à prova oral produzida pelo colaborador, todos os atos de colaboração têm valor probatório limitado?. O ministro Ricardo Lewandowski também entendeu que as provas apresentadas pelo delator não são suficientes para a abertura de uma ação penal. ?Verifico que o rigor no recebimento de denúncias nas quais os colaboradores são réus, e que não estão lastreados em elementos externos de colaboração, é uma medida que se impõe nos dias atuais justamente para evitar que os delatores sejam tratados, ainda que de modo transverso, como se fossem testemunhas dos crimes descritos na peça acusatória, gerando em consequência distorções na valorização desses depoimentos?. Na terça-feira (14), o ministro Fachin voltou a defender a abertura da ação penal baseada nas provas apresentadas por delator. ?Exigir uma prova acima de qualquer dúvida razoável, um elemento de corroboração acima de qualquer dúvida razoável, com todas as vênias, é antecipar para a fase do recebimento da denúncia o juízo de condenação. Eu procurei me ater ao parágrafo 16 do artigo quarto da lei 12.580, e que foi aqui repetido, embora com uma percepção hermenêutica diferente, segundo o qual nenhuma sentença condenatória será proferida apenas com fundamento apenas nas declarações de agente colaborador. A colaboração é meio de obtenção de provas. Estamos de acordo com essas percepções que, aliás, constituem discurso normativo expresso. Mas, se nenhuma sentença condenatória será proferida, em meu modo de ver, isso não obsta diante da valoração da prova e de elementos de corroboração o recebimento da denúncia?. Celso de Mello não compareceu ao julgamento, que terminou em três a um pelo arquivamento da denúncia. A decisão está consolidando um novo entendimento da Segunda Turma do Supremo: para alguns ministros a palavra dos delatores e provas produzidas por eles não bastam, por si sós, para abrir ação penal. Segundo o ministro Dias Toffoli, se o delator tiver provas robustas, a denúncia poderá ser aceita, mas, ainda assim, a investigação precisa procurar provas que independam do delator. A Procuradoria-Geral da República já reagiu. No processo contra o deputado federal Eduardo da Fonte, também do Progressistas, acusado de corrupção passiva, a maioria do colegiado rejeitou a denúncia também por entender que se baseou apenas em elementos obtidos por meio de delação. Mas, em março, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu citando um vídeo obtido por indicação de delator que mostraria um acerto de propina. O recurso ainda será julgado. O presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal, Edivandir Paiva, disse que a delação premiada foi criada como fonte de prova. ?A lógica é o colaborador trazer documentos e trazer elementos para aquela investigação para que a quadrilha, para que a organização criminosa seja desbaratada. Se ele traz esses elementos, não é por que ele trouxe que a investigação ou que o processo não deve seguir, deve seguir sim, o que não pode ocorrer é que o processo seja instaurado apenas com base na versão, nas palavras trazidas pelo colaborador?, disse. O que dizem os citados Na terça-feira (14), depois da decisão, a defesa do senador Ciro Nogueira, declarou que foi feita justiça e que sempre sustentou que não havia elemento que amparasse acusação tão grave. O JN não conseguiu contato com a empresa Hughes & Hughes Advogados Associados. Sobre o processo, Eduardo da Fonte disse que está à disposição das autoridades e que espera que seja feita justiça.
    • 16/08/2018 00:33
      Corujas são soltas em reserva florestal na Zona Norte de Manaus