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    • 17/12/2018 02:30
      ES recebeu mais de 4 milhões de litros de produto para adulterar gasolina, aponta Operação Lídima
      De acordo com a investigação, consumidores que abasteceram com a gasolina adulterada apresentaram problemas nos veículos. Empresários mantinham vida de luxo com fraude. A Operação Lídima, que investiga uma quadrilha que adulterava combustível em quatro Estados, apontou que um dos indícios da fraude foi a chegada de 4 milhões de litros do produto chamado nafta, derivado de petróleo usado na produção de solventes, no Espírito Santo. Empresários mantinham uma vida de luxo com o esquema, como mostra reportagem do Fantástico. Polícia prende quadrilha que vivia vida de luxo com golpe de adulteração de gasolina De acordo com a investigação, consumidores que abasteceram com a gasolina adulterada apresentaram problemas nos veículos. Até agora, 17 pessoas foram presas, entre elas, o empresário Adriano Scopel, que pagou fiança de quase R$ 1 milhão para ser solto. A informação é do site Gazeta Online. A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) ainda não confirmou o fato e a defesa do empresário não se manifestou. O Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc), da Secretaria de Estado da Segurança Pública, e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Espírito Santo (MPES), apontam que as investigações da Operação Lídima, deflagrada no dia 3 de dezembro, encontrou a presença da nafta em combustível, como gasolina, vendido ao público final. ?Por vezes, identificamos a utilização de produtos totalmente desconformes do que a técnica detalhada pelos órgãos de fiscalização. Verificamos adição de pó xadrez, um tipo de pó corante para massa de cimento, de tinta... E era adicionado em proporções empíricas para se chegar à cor adequada (do combustível, como a gasolina)?, afirmou o gerente do Nuroc, delegado Raphael Ramos. De acordo com o delegado, vários consumidores tiveram problemas. ?Teve gente que teve de mandar o carro para consertar o motor. Diversos tipos de reclamação. Não temos dúvida que isso tem a ver com o combustível adulterado?, revelou Raphael, que complementou sobre até a presença de queixas quanto a quem adquiria o produto modificado para comercialização. ?Houve caso de devolução do combustível adulterado por parte de quem comprou do fornecedor, havendo reclamação de seu odor e de sua coloração. Lembro que um posto de combustível só pode comprar de distribuidora, não de qualquer empresa. Quem estava comprando sabia que estava cometendo uma fraude.? As investigações se iniciaram há dois anos e a chegada de uma grande carga de nafta ao Espírito Santo, de cerca de 4 milhões de litros do produto, levantou suspeitas. ?Fomos alertados pela Agência Nacional de Petróleo da chegada de 4 milhões de litros de nafta. Parte dessa nafta foi adquirido pelos nossos alvos. E constatamos que foi desviado para batizar combustível. Eis o contexto da operação. Essa nafta foi importada por três empresas de fachada e a parte encontrada no Espírito Santo foi para batizar gasolina?, alertou Raphael. O Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc) concluiu o inquérito da Operação Lídima na última semana e encaminhou para o Ministério Público Estadual. O Nuroc continua analisando o material encontrado durante as buscas. A operação O Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), com o apoio do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES (NI-AMMP), da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), das Polícias Civis dos Estados de São Paulo e Espírito Santo, bem como da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-ES) e da Receita Federal do Brasil, informam que 17 pessoas foram presas na Operação Lídima, deflagrada na segunda-feira (3). A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa atuante no setor de combustíveis e colher provas das atividades ilícitas dos integrantes, voltadas à fabricação clandestina, à distribuição ilegal e à comercialização de combustível adulterado, bem como de fraudes de ordem fiscal. As investigações começaram há aproximadamente dois anos. De acordo com as investigações, um dos ilícitos praticados pelo grupo era a adulteração de gasolina e álcool com a utilização de solvente e água. As apurações também apontam a participação de usinas e postos no esquema. As fraudes têm envolvimento de pessoas no Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, de acordo com os levantamentos feitos até agora. A auditoria e o prejuízo total aos cofres públicos estão sendo levantados pela Sefaz/ES, que faz diligências fiscalizatórias em todos os estabelecimentos envolvidos. No Espírito Santo, 14 pessoas foram presas, incluindo empresários e funcionários. Em São Paulo, três pessoas foram presas. Os nomes continuarão sendo mantidos sob sigilo para não prejudicar a continuidade das investigações. As investigações, realizadas em parceria entre o Nuroc e o Gaeco, permitiram levantar provas da prática de crime de sonegação contra o consumidor, contra as relações de consumo e formação de um cartel para a revenda e a distribuição de combustível. Além da prática de lavagem de dinheiro e crime de organização criminosa. ?O monitoramento indicou adulteração, venda de combustível de baixa qualidade, sonegação de forma intensa e um cartel dominando o mercado, prejudicando até o comércio de álcool. Esses sonegadores atravessavam a distribuição trazendo álcool, que seria utilizado para outros fins e que tem uma tributação menor, para os postos de combustíveis. Isso permitia o aumento do lucro e um preço mais em conta na bomba, afetando a concorrência no mercado. A sonegação é milionária, mas não se tem valores ainda. Esse levantamento está sendo feito pela Sefaz. Inevitavelmente, serviços públicos, como educação e saúde, são prejudicados, uma vez que esse dinheiro deixa de entrar nos cofres do Estado para ser reaplicado para a sociedade?, explicou o coordenador do Gaeco, o promotor de Justiça Bruno Simões Noya de Oliveira. ?Se o álcool sai de uma usina para uma empresa de fachada, como nós constatamos, e vai para um posto de gasolina, 40% desse preço não é tributado pelo Estado. E esse dinheiro do álcool deixa de ser aplicado em escola, no posto de saúde, nas estradas das comunidades. Isso não chega nas mãos dos gestores públicos, porque esses empresários criminosos acabam desviando?, completou o gerente do Nuroc, delegado Raphael Ramos. Além dos mandados de prisão, foram cumpridos 45 mandados de busca e apreensão nos Estados do Espírito Santo e de São Paulo, expedidos pela 5ª Vara Criminal de Serra (ES), além da efetivação do bloqueio de bens e ativos produto dos crimes investigados ? previstos nos artigos 2º da Lei nº 12.850/13 (organização criminosa), art. 7º da Lei nº 8.137/91 (crime contra as relações de consumo), art. 299 do CP (falsidade ideológica), art. 1º da Lei nº 9.613/98 (lavagem de dinheiro) e art. 1º, I, da Lei nº 8.176/91 (crime contra a ordem econômica) pela afronta a diversas resoluções da ANP. A Operação Lídima contou com a participação de quatro delegados capixabas, cinco promotores de Justiça do Gaeco, 84 policiais civis capixabas, oito peritos oficiais criminais, 23 policiais militares da Assessoria Militar do MPES, 16 policiais militares com viaturas caracterizadas das unidades da PM (4º, 6º e 7º BPM e da 12ª Companhia Independente), oito fiscais da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), 28 auditores da Sefaz-ES e sete profissionais da Receita Federal, além de equipes da Polícia Civil do Estado de São Paulo. Investigação A investigação durou praticamente dois anos. O trabalho começou após uma solicitação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que indicava a presença excessiva de metanol em álcool combustível e gasolina em estabelecimentos do Espírito Santo. Foi realizada uma ?fotografia? do momento, escolhendo um número de postos de combustíveis onde havia denúncias de cometimento de crimes, entre eles aquisição de carga roubada e não pagamento de tributos. Esses estabelecimentos ainda mantinham problemas frequentes, como produtos de má qualidade, dentre eles adulterados. A investigação provou tal ilicitude. A chegada de uma grande carga de nafta ao Espírito Santo também serviu para agilizar as investigações e descobrir as práticas fraudulentas. Como funcionava a fraude: Adulteração de combustível A gasolina era misturada pelos fraudadores a partir da junção de etanol, nafta e outros corantes. O movimento se configurava como ilegal, uma que vez empresas não cadastradas para a prática realizavam essa mistura. Com isso, era criado um combustível fora dos padrões oficiais, podendo ser de má qualidade. Evasão fiscal A investigação apontou que empresas de fachada relacionadas à área química e outras eram utilizadas como destino final das notas fiscais ideologicamente falsas. Uma empresa química era destinatária de álcool anidro (sem água), cuja finalidade seria para confecção de tintas e vernizes. Mas na realidade, esse etanol se destinava para confecção de gasolina ou, no caso de etanol hidratado, para ser utilizado diretamente em veículos. A evasão fiscal acontecia porque o álcool para confecção de tintas e vernizes é classificado para ?outros fins?, tendo uma queda da sua base de cálculo do imposto, havendo, então, uma redução do valor do tributo a ser pago pelo empresário. Como as empresas eram de fachada, não era possível para o Estado conseguir cobrar tributos como o ICMS.
    • 17/12/2018 02:25
      Imagens e áudios mostram como quadrilha usou bombas e fuzis para invadir penitenciária e soltar presos no PR
    • 17/12/2018 02:22
      Troca de estátuas em cidade do Sergipe divide opinião de moradores
      Prefeito decidiu colocar na entrada da cidade a imagem da santa padroeira. Só que para isso tirou a estátua do bode, que é um patrimônio na região. Troca de estátuas em cidade do Sergipe divide opinião de moradores No interior de Sergipe, em Riachão do Dantas, um novo prefeito resolveu inovar e acabou mexendo num vespeiro. Ele decidiu colocar na entrada da cidade a imagem da santa padroeira. O problema é que, para isso, ele teve que tirar a estátua de uma celebridade local, estátua que já estava lá há 11 anos. O povo não gostou, não.
    • 17/12/2018 02:17
      Michael Bublé lança novo álbum com reinterpretações de grandes clássicos dos anos 50 e 60
      "Love" é o primeiro álbum lançado pelo canadense depois que, em 2016, o filho Noah foi diagnosticado com um tipo raríssimo de câncer de fígado. Michael Bublé lança novo álbum com reinterpretações de grandes clássicos dos anos 50 e 60 O novo trabalho de Michael Bublé, "Love", com reinterpretações de grandes clássicos dos anos 50 e 60, acaba de ser lançado e o Fantástico conversou com o canadense sobre o trabalho. TESTE: Michael Bublé já esteve na trilha sonora de várias novelas da Globo. Você sabe quais? Este é seu primeiro álbum depois que, em 2016, o filho Noah foi diagnosticado com um tipo raríssimo de câncer de fígado. Foram meses de quimioterapia e incertezas. Bublé se emociona ao contar como as famílias, dele e da mulher, se mobilizaram para ajudar. "Moramos na mesma casa durante um ano, todo mundo se uniu em torno do Noah. Larguei tudo para cuidar do meu filho, sem ter a menor ideia se eu voltaria a cantar um dia"
    • 17/12/2018 02:14
      João de Deus presta depoimento por 3h e rebate acusações; polícia deve ouvi-lo novamente
    • 17/12/2018 02:12
      Polícia prende quadrilha que vivia vida de luxo com golpe de adulteração de gasolina
      Combustível era batizado com substância que prejudica o motor do carro. Para se proteger, é bom evitar abastecer em postos que oferecem preços muito baratos. Polícia prende quadrilha que vivia vida de luxo com golpe de adulteração de gasolina Mansões com carros esportivos na garagem, um cofre com R$ 200 mil em dinheiro vivo. Um padrão de vida financiado por um golpe que prejudicava milhares de consumidores. Investigações da Polícia Civil do Espírito Santo descobriram uma quadrilha que batizava a gasolina com um subproduto do petróleo: a nafta. A quadrilha importava grandes quantidades da substância usando empresas de fachada, registradas como se fossem indústrias químicas. O Fantástico procurou sete dessas empresas nos endereços informados para a Receita Federal. Só encontrou algumas vaquinhas e galpões vazios.
    • 17/12/2018 02:08
      Caçadores usam permissão para abater javalis para matar espécies protegidas no RS
      Caça do javali só pode ser feita em locais onde o proprietário da terra autorize a entrada do caçador. Em estações ecológicas, de proteção ambiental, o abate não é permitido. Caçadores usam permissão para abater javalis para matar espécies protegidas no RS No Rio Grande do Sul, a investigação de um ambientalista revelou uma prática cruel. Caçadores com permissão para abater javalis, uma praga no campo, estavam se aproveitando dessa licença para matar espécies protegidas. Tudo era compartilhado em grupos de mensagens. O que eles não sabiam é que estavam sendo monitorados.
    • 17/12/2018 02:01
      Imposto de Renda 2018: Receita paga último lote de restituições nesta segunda
      Quem declarou e não estiver no último lote caiu na malha fina; 100.690 contribuintes serão contemplados nesse lote, totalizando mais de R$ 193 milhões. A Secretaria da Receita Federal paga nesta segunda-feira (17) as restituições referentes ao último lote do Imposto de Renda de Pessoas Físicas de 2018. Este lote também inclui restituições residuais de 2008 a 2017. As consultas foram liberadas no último dia 10. Quem não aparecer em um dos sete lotes regulares do IR está automaticamente na malha fina do Leão. Caiu na malha fina do IR 2018? Veja o que fazer Ao todo, serão pagos mais de R$ 319 milhões a 151.248 contribuintes no dia 17 de dezembro. Desse total, R$ 193 milhões referem-se ao sétimo lote do IR de 2018, que contemplará 100.690 contribuintes. Do valor total de restituições, a Receita Federal informou que R$ 127 milhões referem-se aos contribuintes idosos, com mais de 60 anos, ou com alguma deficiência física, mental ou moléstia grave, além daqueles cuja maior de renda seja o magistério. Depois dos idosos, contribuintes com deficiência física, mental, moléstia grave ou cuja principal fonte de renda seja o magistério, que têm prioridade no recebimento das restituições, recebem os contribuintes que enviaram a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, se tiverem direito a ela. A Receita Federal recebeu 29.269.987 declarações do Imposto de Renda dentro do prazo legal neste ano, número acima da expectativa inicial de receber 28,8 milhões de declarações em 2018. 628 mil contribuintes na malha fina A Receita Federal informou que 628 mil contribuintes tiveram suas declarações do Imposto de Renda de 2018 retidas na chamada "malha fina" devido a inconsistências nas informações prestadas. Quando entram na malha fina, as declarações dos contribuintes ficam retidas para verificação de pendências e eventual correção dos erros. As restituições são pagas somente após a questão ter sido resolvida. Para saber se está na malha fina, os contribuintes podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento). Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Veja o passo a passo do extrato do IR Após verificar quais inconsistências foram encontradas pela Receita Federal na declaração do Imposto de Renda, o contribuinte pode enviar uma declaração retificadora. Quando a situação for resolvida, o contribuinte sai da malha fina e, caso tenha direito, a restituição será incluída nos lotes residuais do Imposto de Renda.
    • 17/12/2018 01:59
      'Passamos bastante frio', conta sobrevivente de queda de avião em Mato Grosso
      Eles passaram 5 dias desaparecidos na mata e tiveram até que beber a própria urina. Fantástico foi ao local do acidente, na Serra do Mangaval. 'Passamos bastante frio', conta sobrevivente de queda de avião em Mato Grosso Era o quinto dia de buscas pelo avião que tinha desaparecido numa região montanhosa do Mato Grosso, quando a missão foi cumprida. John Cleiton Venera pilotava o avião e Marcelo Balestrin estava de carona. Sexta-feira, dia 30, pela manhã, eles tinham saído de Pimenta Bueno, em Rondônia. Iam até Santo Antônio do Leverger, Mato Grosso, perto de Cáceres. O avião ia ser vistoriado para renovar a licença. O avião parou a 140 metros do início do local da queda. Os dois, com as pernas quebradas, não conseguiam se locomover. Eles tinham duas garrafas d'água e foram bebendo, até que isso acabou. Ainda conseguiram juntar um pouco de água da chuva, mas depois o tempo abriu, e essa água também terminou. Os dois chegaram a beber a própria urina para não morrer de sede. O Fantástico foi ao local do acidente, na Serra do Mangaval, acompanhando o dono do avião e o pessoal da seguradora da aeronave. As causas do acidente estão sendo investigadas.
    • 17/12/2018 01:56
      Ritual do povo aborígene usa fogo para evitar incêndios na Austrália
      Savanas que seriam estopim de um possível desastre ecológico se vão. Muitas plantas precisam de fogo para germinar e crescer. Ritual do povo aborígene usa fogo para evitar incêndios na Austrália Há pelo menos 50 mil anos, o homem tenta convencer a natureza a atender seus pedidos. Nessa jornada de convivência tão imprevisível, os erros viram aprendizado e os acertos atravessam as gerações com a força dos rituais. Na Austrália, é com fogo que o povo aborígene cultua a natureza que o alimenta. Na cerimônia da coruja-da-noite, as crianças fogem de um espirito indígena que não pode ser contrariado -ou vai destruir a terra e os animais da região. E, seguindo o que talvez seja um dos mais antigos rituais humanos, ele protege a natureza com fogo. É que, na estação seca, a vegetação fica vulnerável a incêndios que se espalham e destroem fauna e flora. Então, o ritual coordena uma série de pequenos incêndios estratégicos. As savanas que seriam estopim de um possível desastre ecológico se vão e os aborígenes provam que já sabiam o que a ciência descobriu não muito tempo atrás: muitas plantas precisam de fogo para germinar e crescer.