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      MPPA pede suspensão de atividades de centro terapêutico onde criança autista foi agredida, em Castanhal
      Objetivo do MPPA é prevenir que outras crianças sejam vítimas de violência na Fazendinha Uma ação cautelar protocolada, nesta sexta-feira (24), pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) na vara cível de Castanhal requer a suspensão temporária das atividades do Centro Terapêutico Fazendinha, onde uma criança autista de 10 anos foi agredida nesta semana. Um inquérito civil já foi instaurado para apurar o caso e investigar outras supostas violações aos direitos fundamentais de crianças e adolescentes cometidas no local. Polícia investiga caso de criança autista agredida em clinica de terapia em Castanhal Imagens registraram agressões. A terapeuta ocupacional Manoela Pinheiro, filha da proprietária da Fazendinha, agride um garoto de 10 anos de idade, diagnosticado com autismo. Nas imagens, Manoela Pinheiro dá um tapa e grita com a criança. Em seguida, a proprietária do estabelecimento, Marcileia Pinheiro da Costa, munida de um cinto, passa a fazer ameaças e promover violência psicológica ao menino, que começa a chamar pela mãe. A promotora de Justiça Naiara Vidal Nogueira, que está respondendo pela Promotoria de Justiça de Defesa da Infância e Juventude de Castanhal, é a autora da ação cautelar. No documento, ela pede à Justiça a concessão de medida liminar, sem oitiva da parte contrária, para suspender as atividades exercidas no Centro Terapêutico Fazendinha até o encerramento de investigações, com vistas a garantir a proteção de crianças e adolescentes. ?Constata-se um terror psicológico a que é submetida a criança, apto a causar danos irreversíveis na personalidade e no psicológico dele?, argumenta a promotora Naiara na ação cautelar. O garoto estava há cerca de um ano em tratamento no centro terapêutico. As imagens foram feitas por uma pedagoga, que acompanha a criança como facilitadora no tratamento de autismo. Em depoimento à polícia, a pedagoga afirmou que já havia presenciado atos de violência física e psicológica praticados por Manoela Pinheiro e Marcileia Pinheiro contra o menino. A pedagoga assegura que em todas as vezes que tentou intervir, Manoela reagiu com muita rispidez. A pedagoga que acompanha a criança também relatou à polícia que em outras oportunidades testemunhou Manoela Pinheiro empurrando o garoto no carro e jogando-a na piscina. ?Os fatos ocorridos são dignos de repúdio e indignação, pois demonstram o despreparo e desequilíbrio de um profissional da saúde e da proprietária de um estabelecimento que se destina exatamente a prestar cuidados à criança deficiente?, ressalta a promotora Naiara Vidal em um trecho da ação cautelar. Inquérito Além da protocolar a ação cautelar na Justiça, a promotora Naiara Vidal instaurou um inquérito civil para apurar a regularidade do funcionamento da A Fazendinha em Castanhal e eventual ofensa aos direitos fundamentais das pessoas frequentadoras. Um levantamento preliminar de informações feito pelo MPPA identificou que o centro terapêutico funciona na residência da proprietária, Marcileia Pinheiro. O centro está em atividade desde 2014. O estabelecimento não possui registro na Vigilância Sanitária de Castanhal, já tendo recebido um auto de infração, e nem alvará de funcionamento expedido pela prefeitura.
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      Cresce o comércio de milhas, um mercado ainda sem regulamentação
      Quem tem milhas que não usou pode vender. O mercado é gigantesco. Somente em 2018, os brasileiros movimentaram 245 bilhões de milhas. Venda de milhas para emissão de passagens aéreas cresce no Brasil A crise na Avianca acabou provocando um aumento no preço das passagens aéreas. Exatamente no momento em que um mercado novo, ainda sem regulamentação, tem crescido muito. Viajar de avião está muito caro, isso todo mundo sabe. Em um ano, o preço das passagens subiu 35%. A engenheira civil Winie Ribeiro quase teve que cancelar uma viagem para Maceió por causa do preço do bilhete. ?Na época, estava R$ 2.500?, contou. Até que ela ficou sabendo de um site, uma espécie de agência de viagens virtual, que vende passagens aéreas com descontos de 30%, 40%. Só que essas passagens são emitidas com milhas ou pontos que outras pessoas têm em companhias aéreas. Repórter: ?De R$ 2.500 você pagou quanto?? Winie: ?R$ 1.400. Foi até inferior ao que eu tinha pensando mesmo, planejado de gastar?. Funciona assim: uma pessoa tem milhas que não quer ou não pretende usar. Ela vende as milhas para a agência virtual. A agência, então, usa as milhas para emitir passagens aéreas para os clientes. O administrador Leonardo Ribeiro vendeu milhas pela primeira vez em outubro de 2018. ?Minha mãe faz, meu pai, minha esposa, eu tento botar todo mundo para fazer isso até para ser uma renda até que eu vejo, assim, uma maneira prática de ganhar um dinheiro extra?, contou. Esse é um mercado gigantesco. Só em 2018, os brasileiros movimentaram 245 bilhões de milhas. Uma das maiores agências de viagens virtuais do país diz que, em um ano, negociou sete bilhões de pontos. A empresa não revela o percentual da comissão que ganha na emissão dos bilhetes e não para de crescer. ?Os programas de fidelidade realmente vêm crescendo bastante no Brasil, eu acho que é um movimento das pessoas começando a entender que aquilo ali é dinheiro parado. Os pontos acumulados, as milhas, você pagou para ter acesso àquilo?, disse Max Oliveira, presidente da Max Milhas. Parece ser um bom negócio para todo mundo, para quem precisa e quer vender as milhas, para a agência que ganha a comissão e para o passageiro que compra um bilhete mais barato. Agora, será que essa transação é segura para todas as partes? E quais são os cuidados que o passageiro precisa ter para não transformar uma viagem em prejuízo e em aborrecimento? A associação que representa o mercado de fidelidade no Brasil afirma que a venda de milhas é proibida pelos programas de pontos. O dono de uma das agências de viagem diz que os questionamentos existem porque esse é um negócio novo. ?Com essa inovação que cresce muito rápido, vêm essas dúvidas, eu acho natural. É um mercado totalmente legal, não tem uma lei que proíba, apesar que alguns programas de fidelidade ainda não estão com os seus contratos adaptados, ou seja, você pode fazer o que bem quiser com os seus pontos ou milhas, é o que fala na lei?, explicou Max Oliveira. A advogada Bianca Caetano, especializada em defesa do consumidor do Proteste, confirma que nenhuma lei proíbe a comercialização dos pontos, mas alerta que há riscos, começando por quem vende as milhas para a agência. ?Que ele vai passar informações confidenciais, como login e senha do seu programa de fidelidade. Então, a gente não sabe quem vai ter acesso às informações, quantas pessoas terão acesso?. Agora, e quem compra a passagem da agência com milhas? ?Levar em consideração, inclusive, as restrições de adquirir uma passagem através de programas de milhas. Ele é muito mais restrito em relação a cancelamento e alteração do voo do que se você comprar direto com a companhia?, afirmou a advogada.
    • 25/05/2019 00:46
      Polícia prende homem apontado como um dos chefes da milícia de Rio das Pedras, Rio
    • 25/05/2019 00:42
      Confronto em presídio na Venezuela termina em morte; organização denuncia massacre
      Confusão teria começado quando detentos fizeram visitantes reféns. Prisões venezuelanas estão superlotadas, denunciam ativistas. Mais de 20 detentos morreram em um confronto em uma cadeia em Acarigua, região central da Venezuela nesta sexta-feira (24). O regime venezuelano chamou o incidente de tentativa frustrada de fuga. Entretanto, grupos de direitos humanos afirmaram que houve um massacre. Ao menos 19 policiais ficaram feridos. Segundo o secretário de Segurança local, Oscar Valero, 355 pessoas estavam detidas na prisão. No entanto, de acordo com a agência France Presse, havia 600 detentos no local com capacidade para apenas 60. "Houve uma tentativa de fuga e uma briga começou entre gangues rivais", disse Valero a jornalistas. "Com a intervenção policial para prevenir a fuga, bem, aconteceram 29 mortes", completou. Venezuelanos com HIV sofrem para conseguir tratamento Detentos detonaram três granadas, que feriram 19 policiais, disse o secretário à agência Reuters. O Ministério da Informação venezuelano não respondeu imediatamente por um pedido de comentário.  A ONG Uma Janela para a Liberdade disse à agência France Presse que os confrontos começaram quando forças de segurança entraram para resgatar visitantes feitos reféns na quinta-feira pelo líder do presídio. Na quinta-feira circulou um vídeo nas redes sociais no qual um detento com uma pistola ameaçava duas mulheres: "é a nossa vida e a das visitas que estão aqui; estamos com os visitantes". "Não tentem entrar porque estou disposto a morrer. Aqui queremos a paz", advertiu o homem, que parecia segurar também duas granadas. Organização questiona versão do governo "Como foi que aconteceu um confronto entre prisioneiros e a polícia, mas só presos mortos?", disse à Reuters Humberto Prado, do Observatório de Prisões da Venezuela, em uma entrevista por telefone. "E se os prisioneiros tinham armas, como essas armas entraram?", questionou. Nos últimos dias detentos estavam exigindo que agentes mediadores do governo os ajudassem a evitar transferências para prisões distantes onde eles não conseguiriam receber visitas de parentes, disse Prado. A violência é comum nos presídios venezuelanos, onde os detentos não deveriam passar mais de 48 horas, segundo a ONG Uma Janela para a Liberdade. Ainda de acordo com a organização, os cerca de 500 centros de detenção existentes na Venezuela abrigam 55 mil detentos, quando a capacidade é para apenas 8 mil. A Venezuela, em disputa política entre o regime chavista de Nicolás Maduro e a oposição liderada por Juan Guaidó, vive a maior recessão de sua história. Já são mais de 5 anos de retração econômica, em meio a um cenário de hiperinflação, aumento da pobreza e de êxodo de venezuelanos para países vizinhos como o Brasil.
    • 25/05/2019 00:41
      Amazônia Doc exibe dezenas de obras que abordam o debate de direitos humanos, em Belém
    • 25/05/2019 00:40
      Estrangeiros chegam no Brasil com produtos contra a dengue na mala
      Orientados pelas embaixadas, viajantes usam pulseiras e acessórios para o cabelo que têm cheiro de citronela, que afasta o Aedes aegypti, além dos repelentes. Aumento da dengue faz estrangeiros desembarcar com arsenal contra mosquito O medo da dengue está levando muitos estrangeiros a desembarcarem no Brasil com cautela. E com uma mala bem diferente. No avião, a caminho de Minas Gerais, as turistas francesas exibiam acessórios coloridos. Elas contaram que os braceletes servem para afastar o mosquito da dengue. Nadège e Jennifer vieram para o Brasil a convite da atendente Joice Pereira, que é brasileira e mora na França há seis anos. Elas visitaram o Rio de Janeiro e depois ficaram hospedadas na casa da cabeleireira Maria José Alves, em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. Betim está sofrendo com um surto de dengue. ?Eu, meu esposo, minha sogra, minha cunhada, minhas irmãs, meus sobrinhos, todos pegaram dengue?, contou dona Maria José. Na página da embaixada francesa, na internet, entre as recomendações para quem vier ao Brasil, um alerta para a dengue. Fala sobre o grande número de casos e como se prevenir. Joice e as amigas francesas trouxeram um arsenal contra o Aedes aegypti. Além das pulseiras, tornozeleiras e acessórios para o cabelo que têm cheiro de citronela, uma planta popularmente conhecida por repelir mosquitos. Adesivos seriam recomendados para bebês. Também vieram na mala muitos frascos de repelente. ?E temos este para o corpo; a gente passa no corpo. E esse spray aqui é realmente o que é indicado pelos nossos médicos para a roupa?, explicou Joice. Os serviços de saúde estão bastante cheios em Minas Gerais e em outras regiões do país. Nos primeiros meses de 2019, até o dia 4 de maio, são quase 700 mil casos prováveis de dengue no país. Dezesseis capitais estão em alerta. Sete ficam na região Nordeste, cinco no Norte do Brasil. No Sudeste, são duas capitais. E outras duas ficam no Centro-Oeste. Nenhuma capital do Sul do país está na lista. As francesas, que se cuidaram bastante durante a estadia no Brasil, dizem que vão voltar para casa só com as boas lembranças.
    • 25/05/2019 00:38
      VÍDEOS: MG2 de sexta-feira, 24 de maio
    • 25/05/2019 00:38
      Tocantins é o estado que mais gasta com tratamento de vítimas de acidentes de trânsito
    • 25/05/2019 00:38
      VÍDEOS: JPB2 (TV Paraíba) desta sexta-feira, 24 de maio
    • 25/05/2019 00:38
      VÍDEOS: JPB2 (TV Cabo Branco) desta sexta-feira, 24 de maio
    • 25/05/2019 00:38
      Caravana leva mais de 5 mil vinis para troca e venda no fim de semana em Limeira
    • 25/05/2019 00:37
      Justiça determina prisão imediata de ex-deputado Carli Filho
    • 25/05/2019 00:33
      ?Se só eu quero a reforma, vou embora para casa?, diz Paulo Guedes sobre Previdência
      Declaração do ministro da Economia e resposta de Bolsonaro agitaram o mercado. Mas presidente negou qualquer mal-estar. ?Se só eu quero a reforma, vou embora para casa?, diz Paulo Guedes sobre Previdência Uma declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a reforma da Previdência e a resposta do presidente Jair Bolsonaro ao que ele disse provocaram reações no mercado financeiro nesta sexta-feira (24). No fim do dia, o presidente voltou ao assunto para negar qualquer mal-estar. A entrevista do ministro Paulo Guedes foi publicada nesta sexta pela revista ?Veja?. Ele defendeu a reforma do sistema de aposentadorias no Brasil. Afirmou que um dos grandes problemas da Previdência é que ela é ?uma fábrica de desigualdades, uma máquina perversa de transferência de renda. Tira-se de quem tem menos e passa-se para quem tem mais?. Em outro trecho, Guedes fala sobre as dificuldades de aprovação da reforma e disse: ?Se só eu quero a reforma, vou embora para casa. Se eu sentir que o presidente não quer a reforma, a mídia está a fim só de bagunçar, a oposição quer tumultuar, explodir e correr o risco de ter um confronto sério, pego o avião e vou morar lá fora?. Ainda na entrevista, Paulo Guedes reforçou que acredita na aprovação da reforma com a economia que o governo espera. Ele disse: ?Tenho absoluta confiança que vai sair a reforma de R$ 1 trilhão?. No Recife, onde participou da reunião do Conselho Deliberativo da Sudene, a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste, o presidente Jair Bolsonaro foi perguntado sobre a declaração de Paulo Guedes. ?Ele está no direito dele, ninguém é obrigado a continuar como ministro meu. Logicamente ele está vendo uma catástrofe e é verdade, concordo com ele, se nós não aprovarmos uma reforma realmente muito próxima da que nós enviamos para o Parlamento. Então, o que o Paulo Guedes vê não é nenhum vidente, mas nem precisa ser, para entender que o Brasil vire um caos econômico sem a aprovação dessa reforma?. Bolsonaro reforçou que a reforma da Previdência vai permitir que o país volte a ter dinheiro para investir e promover o crescimento e fez um apelo aos governadores, independentemente do partido, pela aprovação da proposta. ?É um projeto, eu chamo de reforma-mãe. Se não fizer isso, você não vai ter suas contas ajustadas e ninguém vai querer investir no nosso país. Esse é o apelo que nós fazemos. Aí não tem partido político. A União não está bem, a maioria dos estados, a maioria dos municípios também. Então precisamos dessa reforma previdenciária?. Na Câmara, as declarações de Guedes provocaram reações. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que acha que o ministro Paulo Guedes se expressou mal. ?Ninguém acerta sempre no que fala. Acho que foi uma frase que ou está mal colocada ou está errada e tenho certeza que o ministro, pela capacidade que tem, por ser uma pessoa muito preparada, já deve ter percebido isso, já vai ajustar o discurso para que a gente já volte na próxima semana a fazer o que ele vem fazendo nas últimas semanas?. O relator da reforma na comissão especial, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), disse que a posição do ministro não influencia o andamento da reforma. ?É uma conversa dele com o governo, para nós não altera nada. Ele não é funcionário da Câmara. Nós o respeitamos bastante. O projeto está na Câmara. Nós vamos cumprir nossa responsabilidade. O presidente Rodrigo Maia está empenhado. Nós vamos fazer a reforma. Agora eu acho que ele ajuda, mas não influencia a nós, a mim, a declaração dele em nada. Nós vamos continuar firmes para fazer a reforma?. O mercado financeiro reagiu com cautela. O Ibovespa teve um dia de oscilações moderadas e fechou em queda leve de 0,3%. A economista Ana Carla Abrão, da consultoria Oliver Wyman, disse que o ministro ressaltou a importância da aprovação da reforma. ?Quando o ministro dá essa declaração gera incerteza, mas acho que temos, justamente por isso, pelo momento, focar na mensagem principal, que é justamente que país que nós teremos lá para a frente, caso a reforma não seja aprovada. Acho que essa mensagem que o ministro quis passar, e que é a mensagem real, é o colapso que virá, caso a reforma da Previdência não seja aprovada?. Depois da reação do mercado, o presidente Bolsonaro usou a rede social para tentar acalmar os ânimos. E novamente culpou a imprensa. ?Peço desculpas por frustrar a tentativa de parte da mídia de criar um virtual atrito entre eu e Paulo Guedes. Nosso casamento segue mais forte que nunca kkkkk. No mais, caso não aprovemos a Previdência, creio que deva trocar o ministro da Economia pelo da Alquimia, só assim resolve?. No início da noite, o Ministério da Economia disse em nota que reafirma o total compromisso do ministro Paulo Guedes com a retomada do crescimento econômico do país e rechaça qualquer hipótese de que possa se afastar desse propósito. O ministério reiterou ainda sua ?absoluta confiança no trabalho do Congresso, instituição com a qual mantém excelente diálogo, para garantir a aprovação da Nova Previdência com economia superior a R$ 1 trilhão?.
    • 25/05/2019 00:32
      TRE disponibiliza mais de 300 vagas para agendamento da biometria até o final do mês em Riachão do Jacuípe
    • 25/05/2019 00:31
      Novo decreto sobre armas é inconstitucional e pode favorecer milícias, diz órgão do MPF
    • 25/05/2019 00:29
      Filme brasileiro ganha prêmio principal de mostra paralela do festival de Cannes
      ?A vida invisível de Eurídice Gusmão?, do brasileiro Karim Ainouz, foi o premiado da mostra ?Um certo olhar?. Filme brasileiro ganha prêmio principal de mostra paralela do festival de Cannes O filme brasileiro ?A vida invisível de Eurídice Gusmão?, do brasileiro Karim Ainouz, ganhou nesta sexta-feira (24) o prêmio principal da mostra ?Um certo olhar? no festival de Cannes. O filme se passa no Rio nos anos de 1950 e conta a história de duas irmãs de personalidades bem diferentes. Carol Duarte e Fernanda Montenegro vivem a personagem do título, Eurídice, que sonha em se tornar uma grande pianista, mas o casamento a obriga a virar uma dona de casa. Júlia Stockler é a irmã, Guida. Foi a primeira vez que um filme brasileiro venceu o maior prêmio da mostra paralela do festival, que exibe obras com uma linguagem mais experimental, e é o terceiro longa de Karim Ainouz apresentado no festival de Cannes. "É muito emocionante. Esse prêmio mostra a vitalidade do cinema brasileiro em Cannes", diz Karim Ainouz. Fernanda Montenegro, vive a personagem do título já na velhice. "A ilusão é da Carol, da personagem jovem, e a desilusão sou eu que trago quando chego à minha idade. Então além da desilusão da mulher tem a desilusão também de uma idade sem tempo, completamente não conformada, mas sem tempo de recuperação." ?A vida invisível de Eurídice Gusmão? foi baseado no livro de mesmo nome da escritora Martha Batalha e é uma coprodução da RT Features com a alemã The Match Factory e os brasileiros Sony Pictures do Brasil e Canal Brasil.
    • 25/05/2019 00:26
      Neon Pagamentos tem prejuízo de R$ 41,6 milhões em 2018
    • 25/05/2019 00:26
      ?Cenário é de incerteza?, diz secretário de planejamento sobre situação financeira do AP
    • 25/05/2019 00:24
      Anac suspende voos da Avianca até empresa comprovar segurança
      Agência informou que vinha monitorando as operações da Avianca desde que a empresa entrou em recuperação judicial em dezembro. Anac suspende voos da Avianca até empresa comprovar segurança A Agência Nacional de Aviação Civil suspendeu todos os voos da Avianca por questões de segurança. A empresa está em recuperação judicial desde dezembro. Passageiros que iam ver um show em São Paulo estavam decepcionados. O voo deles, que sairia no meio da tarde, foi um dos quatro cancelados nesta sexta em Brasília. "É aniversário de 15 anos. Ganhou, pediu como presente. E a gente vai fazer o quê?", questionava uma mãe que aguardava com a filha. A Avianca ofereceu um ônibus para parte dos passageiros irem até São Paulo. ?Frustrada, estressada, preocupada. Torcer para chegar amanhã num horário bom?, reclamou uma jovem. No aeroporto de São Paulo, os guichês da Avianca ficaram vazios durante a tarde. Até segunda-feira (27), serão 815 voos cancelados em todo o Brasil. A Anac informou que vinha monitorando mais de perto as operações da Avianca desde que a empresa entrou em recuperação judicial em dezembro do ano passado. E decidiu suspender os voos depois de analisar informações sobre escalas de trabalho e a manutenção das aeronaves. A Avianca está suspensa de voar até que comprove a capacidade de manter as operações em segurança. "A medida de hoje é uma medida preventiva, cautelar. Não houve nenhum incidente grave que a motivasse. Mas ela é preventiva, uma vez que a agência não consegue mais atestar que esses padrões de segurança estão presentes nas operações da empresa", afirma Juliano Noman, diretor da Anac. A Anac recomenda que os passageiros com voos marcados entrem em contato com a empresa, que é obrigada a oferecer reacomodação, reembolso ou viagem com outra forma de transporte. O sindicato dos aeronautas afirmou que a decisão atende à categoria. "Nós entendemos que esse cenário, criado pela falta de pagamento de salários e pela certeza da demissão, cria uma instabilidade emocional que é totalmente incompatível com os requisitos de segurança da aviação", diz o presidente do sindicato, Ondino Dutra. Em nota, a Avianca disse que ?tomou a iniciativa de suspender temporariamente suas operações? e que ?a Anac foi oficialmente comunicada nesta sexta-feira?. ?A decisão tem como propósito preservar os padrões de segurança e eficiência?. A empresa esclareceu ainda que ?está totalmente focada em dar continuidade ao seu plano de recuperação judicial?.
    • 25/05/2019 00:24
      Líder indígena Raoni pede apoio à Amazônia em Cannes
    • 25/05/2019 00:23
      Criação de empregos tem o melhor resultado para abril em seis anos
      Mas, no acumulado de 2019, o número de vagas com carteira ficou abaixo do mesmo período de 2018, diz pesquisa do Ministério da Economia. Empregos com carteira assinada têm o melhor abril em 6 anos A criação de empregos com carteira assinada surpreendeu em abril e apresentou o melhor resultado para o mês em seis anos. Vinícius é um dos aparecem na estatística dos que conseguiram emprego em abril, depois de quatro meses desempregado. ?Foi complicado, bem difícil, porque deixei algumas contas sem pagar. Mas, aos poucos, consegui esse emprego, fui atrás, fui me vender para o mercado e consegui?, comemora o professor de educação física Vinícius Campos. Em abril, o país criou 129 mil empregos com carteira assinada, o melhor resultado para o mês desde 2013. ?Abril, normalmente, é um mês positivo dentro do saldo de empregos no ano. É momento de pico na contratação no primeiro semestre. Então são números realmente bastante auspiciosos?, explica Bruno Dalcolmo, secretário do Trabalho do Ministério da Economia. Mas, no acumulado de 2019, o número de vagas com carteira ficou abaixo do mesmo período de 2018. ?Existe um aumento de vagas formais? Existe! Mas é do jeito que a gente queria? Não. Ele está conseguindo se recolocar? Consegue. Mas ele provavelmente está consumindo menos, tendo uma vida numa qualidade inferior que ele tinha antes?, afirma Juliana Inhasz, coordenadora de Economia do Insper. Vinícius é um dos novos contratados da academia de ginástica que foi inaugurada nesta sexta-feira (24). ?Somente para essa unidade, nós contratamos 14 pessoas?, conta o empresário Luiz Pimentel. A academia faz parte do setor de serviços, que gerou 66 mil vagas em abril, metade do total. Depois, veio a indústria de transformação. Construção civil, agropecuária e comércio também registravam criação de vagas em abril. É preciso um esforço extra para conseguir emprego em tempos difíceis. Como aprender novas profissões, novas habilidades. É o caso do Estevão Ferreira dos Santos. Até o fim de 2018, ele era militar. Isso exigia uma postura mais rígida, bater continência o tempo todo. Agora, na recepção da academia, o Estevão tem que treinar uma nova habilidade: o sorriso, que ainda está meio tímido. O número positivo do emprego de abril pode até ter provocado um leve sorriso, mas os economistas dizem que ainda precisa melhorar mais para o mercado de trabalho ficar realmente animado. ?Se esse número viesse em um cenário legal, em um cenário positivo, a gente poderia realmente comemorar muito. A gente, na verdade, só está comemorando o fato de não estar andando tanto para trás, mas os passos para a frente têm sido muito raros e muito contidos?, diz Juliana Inhasz, do Insper.
    • 25/05/2019 00:23
      Eleições para Parlamento Europeu vão decidir o futuro da União Europeia
      Apesar de ter escolhido sair da União Europeia, o Reino Unido mantém a representação até que o processo de separação esteja concluído. Eleições para Parlamento Europeu vão definir o futuro da União Europeia Além de se preocupar com a separação do Reino Unido, a União Europeia está de olho nas eleições para o Parlamento Europeu. Até domingo (26), milhões de eleitores vão escolher os deputados que aprovam o orçamento e as leis que regulam todo o bloco. Para onde vai a Europa? Para a direita, dizem as pesquisas. Mas sem uma vitória significativa. É muito possível que nenhum partido obtenha a maioria. Atualmente, no Parlamento Europeu, o maior grupo é de centro. A assembleia do velho continente foi formada em 1958, depois da assinatura do tratado de Roma. Reino Unido e Holanda já votaram na quinta-feira (23), Itália e França vão às urnas no domingo (26); 400 milhões de eleitores de 28 países vão eleger 751 deputados. A Alemanha terá o maior número de cadeiras: 96; a França, 74; Itália e Reino Unido, o mesmo número: 73 deputados. Estas eleições já começam com uma grande indecisão: os britânicos. Apesar de terem escolhido sair da União Europeia, eles mantêm a representação até que o processo de separação esteja concluído. O governo populista da Itália, de Matteo Salvini, pode arrastar adeptos em toda a Europa. A alemã Angela Merkel já disse que não quer alianças com os soberanistas, como são chamados os representantes da extrema-direita. Segundo reportagem da revista italiana ?L?Expresso?, Matteo Salvini recebeu dinheiro da Rússia para a campanha do seu partido, a Liga. O presidente Putin tem interesses em desintegrar a Europa? Pode não ser o único grande líder mundial a cultivar este objetivo. O maior risco desse parlamento seria a vitória dos nacionalistas, que defendem a soberania de cada nação contra o ideal de um bloco unido e podem levar os seus países a deixarem a União Europeia, criada para trazer paz ao continente.
    • 25/05/2019 00:23
      Ex-assessor de Flávio Bolsonaro paga tratamento com dinheiro vivo
      Fabrício Queiroz, investigado por movimentações financeiras atípicas, pagou em dinheiro vivo R$ 139 mil por um tratamento de saúde em São Paulo. Ex-assessor de Flávio Bolsonaro paga tratamento com dinheiro vivo Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, do PSL do Rio, pagou R$ 139 mil em dinheiro vivo por um tratamento de saúde em são Paulo. Fabrício Queiroz passou por uma cirurgia para retirar um câncer no intestino. Ele ficou internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, entre 30 de dezembro de 2018 e 8 de janeiro de 2019. Nesta sexta-feira (24), o jornal ?O Globo? publicou que Queiroz pagou praticamente toda a conta em dinheiro vivo. Foram R$ 70 mil ao hospital pela cirurgia; R$ 60 mil para a equipe médica; e R$ 9 mil para o médico oncologista. Total de R$ 139 mil. Fabrício Queiroz ainda pagou R$ 5.400 de exames com cartão de crédito. O advogado do ex-assessor disse que, para pagar o hospital e a equipe médica, Queiroz usou o dinheiro que estava guardado para quitar negócios imobiliários. Fabrício Queiroz e outros 74 servidores da Assembleia Legislativa do Rio são investigados pelo Ministério Público por movimentação financeira suspeita. O Coaf identificou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, período em que trabalhava para o então deputado estadual Flávio Bolsonaro. No fim de abril, a Justiça autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de oito deputados, de Flávio Bolsonaro, de Queiroz e de outras 93 pessoas e empresas ligadas a Flávio. Os promotores suspeitam que Queiroz arrecadava parte dos salários de outros funcionários e devolvia ao gabinete, numa operação conhecida como rachadinha. A investigação está sob sigilo. O Ministério Público não informa se o pagamento em dinheiro vivo para o hospital e a equipe médica será incluído no inquérito sobre a movimentação financeira suspeita ligada ao gabinete de Flávio Bolsonaro. O advogado afirmou que vê com naturalidade o fato de o Ministério Público investigar a origem dos recursos. Ele disse que a comprovação dos pagamentos com recursos próprios e dentro da capacidade econômica de seu cliente reforçam que Fabrício Queiroz jamais cometeu qualquer crime. A assessoria do Hospital Albert Einstein informou, por telefone, que não comenta o pagamento de pacientes.
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