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    • 19 Apr 2019 01:55
      TJSC mantém sentença de perda da função pública de professora por agressão a crianças de berçário
      Vítimas tinham entre 4 meses e 1 ano e meio, segundo Justiça. Ré atuava em Fraiburgo. A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve a perda da função pública de uma professora por agressão a crianças de uma creche de Fraiburgo, no Oeste catarinense. As vítimas tinham entre 4 meses e 1 ano e meio, segundo a Justiça. A sentença foi divulgada pelo Poder Judiciário na quarta-feira (17). O G1 não conseguiu contato com o advogado da ré. Decisão Segundo a sentença, a professora alegou ao tribunal não haver provas de agressões e que o processo foi baseado em fofocas de funcionárias que não a queriam mais na creche. O relator da ação, desembargador Luiz Fernando Boller, escreve que a denúncia não se baseia apenas em maus-tratos físicos, mas em desrespeitado às regras de boa conduta esperadas pelo município e que ameaças, insultos e sarcasmos também foram relatados. O processo teve como base testemunhas de outras professoras, pais e o relatório de uma perita psicóloga sobre a ré. Uma das mães afirmou que sua filha chegou várias vezes machucada em casa. Uma colega da ré afirmou que ela dava tapas nas crianças e agia de forma agressiva com elas. O TJSC reduziu a multa que a professora precisará pagar para R$ 2,1 mil, mas manteve a perda do cargo e perda dos direitos políticos por três anos. Veja mais notícias do estado no G1 SC
    • 19 Apr 2019 01:48
      Paraná, quinta-feira, 18 de abril de 2019
    • 19 Apr 2019 01:45
      Filme brasileiro ?Bacurau? vai disputar a Palma de Ouro, no Festival de Cannes
      Filme é uma coprodução da Globo Filmes. Dirigida por Kleber Mendonca Filho e Juliano Dornelles, a história mostra que a comunidade não aparece mais nos mapas, dias depois da morte de uma mulher forte e querida. Filme brasileiro "Bacurau" vai disputar a Palma de Ouro no Festival de Cannes O filme brasileiro "Bacurau", uma coprodução Globo Filmes, foi selecionado para concorrer à Palma de Ouro, no Festival de Cannes, mês que vem. "Bacurau" é um filme de aventura e ficção científica, ambientado num pequeno povoado do sertão. Dirigida por Kleber Mendonca Filho e Juliano Dornelles, a história mostra que a comunidade não aparece mais nos mapas, dias depois da morte de uma mulher forte e querida. A atriz Sonia Braga está no elenco. A estreia mundial de "Bacurau" será em Cannes. O filme chega aos cinemas brasileiros no segundo semestre.
    • 19 Apr 2019 01:43
      Primeiro-ministro do Mali renuncia
    • 19 Apr 2019 01:29
      Suspeita de estelionato é presa após ser localizada e cercada por comerciantes vítimas de golpe
      Caso foi registrado pela Polícia Militar em Araguaína, norte do Tocantins. Quando a suspeita chegou à delegacia foi reconhecida por outra vítima que estava registrando boletim de ocorrência. Uma mulher foi detida pela Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (18) suspeita de aplicar diversos golpes em comerciantes de Araguaína, norte do Tocantins. A suposta estelionatária teria dado prejuízo de quase R$ 9 mil para dez pessoas. Ela foi identificada e localizada pelas próprias vítimas. De acordo com a PM, o caso foi registrado no setor Martins Jorge. Os militares foram chamados e quando chegaram ao local encontraram a casa da mulher cercada por comerciantes que afirmaram ter caído em golpes. No local as vítimas encontraram alguns dos produtos adquiridos pela mulher. Ainda de acordo com a PM, os comerciantes estavam muito nervosos e a suspeita foi levada para a delegacia de plantão. As vítimas contaram à Polícia Civil que a mulher chegava nas lojas onde era cliente e, após escolher os produtos, afirmava que estava sem cartão. Ela fazia uma transferência agendada, apresentava o comprovante e saia do local. Os comerciantes só percebiam o golpe quando verificavam que o dinheiro não tinha sido creditado. Segundo a Polícia Civil, quando a suspeita chegou na delegacia com a PM uma outra vítima estava registrando boletim de ocorrência após ter caído no golpe momentos antes. Por causa disso a suspeita acabou sendo presa em flagrante e vai responder por estelionato. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.
    • 19 Apr 2019 01:26
      Homem é preso suspeito de manter a esposa em cárcere privado no oeste da Bahia; polícia encontrou arma de fogo
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      'Projeto Cineminha' apresenta sessão especial de filmes no MIS-Campinas
    • 19 Apr 2019 01:23
      Comida di Buteco 2019: Kafta Baré; veja receita
      Aprenda a fazer o prato. Confira o prato Kafta baré que participa do Comida di Buteco O prato "Kafta Baré", servido no Galvez Botequim, é um dos concorrentes da edição deste ano do Comida di Boteco. O G1 lista a seguir todas as etapas do preparo: Ingredientes 400g de tambaquí moído 1 ovo 50ml de azeite extra virgem 1 colher de creme de cebola 50g de hortelã picado 0,5g de canela 2g de cominho 3g de páprica defumada Sal a gosto Pimenta do reino a gosto Banana frita a gosto Queijo coalho a gosto Manteiga de camarão aviú 500g de camarão aviú 200g de manteiga Molho barbecue de açaí 100g de cebola 100g de tomate 50g de pimentão verde 200g de polpa de tomate 300ml de açaí 1 colher de sopa de fumaça líquida de noz pecã 50g de açúcar 1 colher de sopa de molho inglês 20g de páprica defumada Sal a gosto Pimenta do reino a gosto 1 colher de chá de Goma xantana Modo de Preparo Ferva em uma panela todos os ingredientes, exceto açaí, fumaça líquida e a goma xantana. Após 10min acrescente a fumaça líquida, o açaí e a goma xantana. Processe, coe e armazene por até uma semana. Modo de preparo mini kaftas Misturar tudo com as mãos, usando luvas sempre. Enfie em um palito de 18cm a banana frita e o queijo coalho. Modele com a massa do peixe e faça 6 kaftas. Doure na chapa com pouca manteiga e depois finalizar pincelando a manteiga de camarão aviú. Monte e coloque um ramequim com molho barbecue de açaí no centro. Manteiga de camarão aviú Fritar o camarão aviú na manteiga e deixar esfriar. Depois misturar com manteiga em temperatura ambiente. Molho barbecue de açaí Misture todos os ingredientes.
    • 19 Apr 2019 01:20
      Oito pontos-chave do relatório de Robert Mueller sobre a investigação contra Donald Trump
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      Homem é morto a tiros no Jaderlândia, em Ananindeua
      Crime ocorreu na rua São Benedito, no conjunto Jaderlândia 1 Um homem, identificado como William da Silva Maciel, 26, foi morto a tiros na noite desta quinta-feira (18), no Jaderlândia, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu na rua São Benedito, no conjunto Jaderlândia 1. Uma equipe da Divisão de Homicídios foi acionada para o local.
    • 19 Apr 2019 01:02
      Garota de 12 anos morre ao ser atingida com tiro na cabeça no AC; alvo era o pai, diz polícia
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    • 19 Apr 2019 00:56
      Em entrevista à GloboNews, Paulo Guedes admite que governo pode ceder em pontos da Previdência
      Ministro também comentou sobre os chamados jabutis, medidas que não tem relação com a reforma, e citou a PEC da Bengala que determina a aposentadoria compulsória de servidores aos 75 anos. Ministro Paulo Guedes admite que governo pode ceder em pontos da Reforma da Previdência Em entrevista na quarta-feira (17) à GloboNews, o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que o governo pode ceder em alguns pontos da reforma da Previdência, durante tramitação no Congresso. O ministro também comentou sobre os chamados jabutis, medidas que não tem relação com a reforma, e citou a PEC da Bengala, que determina a aposentadoria compulsória de servidores aos 75 anos. Paulo Guedes: Pode ter sido o jabuti foi colocado menos depois recuam. Agora você sabe... Miriam Leitão: O senhor vai recuar nesse ponto? Nesse ponto o senhor pretende recuar? Paulo Guedes: Eu não posso falar onde a gente cede, mas temos uma estratégia de negociação e a gente tá preparado para ceder em algumas coisas e não ceder em outras. Nós fazemos a parte técnica e entregamos. Essa é a reforma técnica. Miriam Leitão: Quem é que colocou o jabuti? Na PEC da Bengala. Paulo Guedes: Essa é a reforma técnica aí como em tudo na vida quem tem voto é o político, não é o técnico. Então os políticos chegam, sentam e falam ?que tal botar isso aqui??. Inclusive alguns foram colocados pelo próprio Marinho. Tem muita experiência. O Marinho, tem muita experiência, fez a reforma trabalhista. E tem uma particularmente que ele colocou lá que eu disse ?como é que você bota um negócio desses??. Ele falou ?não, isso aqui é para realmente criar um espaço de negociação aqui por causa disso, por causa daquilo?. O ministro Paulo Guedes disse que não pode se queixar da autonomia que o presidente Jair Bolsonaro dá a ele para conduzir os assuntos econômicos do governo. Mesmo depois da suspensão do aumento do diesel. ?Por enquanto eu não posso me queixar, eu não fui atingido na minha autonomia nem tão pouco nesse episódio agora do petróleo. Ele como presidente a reação é natural. Ele tem o ouvido na pista. Houve uma greve lá trás, de repente sobe 5% a inflação tá abaixo de quatro. De repente sobe no espaço de uma, duas semanas sobe 5% o preço crítico, é natural que ele como presidente se precipite. Agora aconteceu da melhor forma? Não. Claro que não. Há solavancos o tempo inteiro. Tem gente que chega pra ele ?olha, vai ter isso, vai ter aquilo. O senhor tem que fazer alguma coisa?. E aí ele age. Em nenhum momento, ele mandou suspender o reajuste ou mandou não dar o reajuste. O presidente da Petrobras é que teve a atenção de dizer ?bom, eu vou explicar presidente, depois do jogo que segue? e foi exatamente o que aconteceu. Nós no reunimos, cuidamos um pouco da coisa dos caminhoneiros. O presidente até dizia o seguinte ?poxa eu não posso nem fazer pergunta já dizem que eu tô interferindo em tudo, eu quero saber o que tá acontecendo?. Dito isso ficou a lição importante também. A Miriam conhece isso bastante. Essa necessidade de clareza na comunicação nas coisas, nos preços chave na economia?, disse o ministro. O ministro Paulo Guedes disse que acredita que a reforma da Previdência vai permitir uma economia de R$ 1 trilhão nos próximos dez anos e alertou que se for menos do que isso, outra reforma terá de ser feita pelo próximo governo. Paulo Guedes voltou a defender o sistema de capitalização, em que o trabalhador poupa para gastar depois de aposentado, para estimular o crescimento da economia. ?Eu acho que vai ser em torno de R$ 1 trilhão. Eu realmente acredito nisso. Tenho conversado com prefeitos, governadores, deputados e eu acho que nós vamos ter R$ 1 trilhão. E a escolha simples. Me perguntou também o Heraldo ?mas e se não vier isso??. E perguntou também a Cris ?e vier menos? Se vier 500 ou 600??. Ora virou uma reforma à lá Temer. Reformamos o sistema de repartição vai durar mais cinco seis anos, resolveu o problema do governo Bolsonaro. O próximo governo vai ter problema de novo. E aí o que vai acontecer? Eu vou lançar o regime capitalização? Não! O Brasil vai crescer mais rápido? Não! Vai resolver o problema ali da Previdência e vai continuar um horizonte fiscal complexo lá para frente. Não se lança o regime de capitalização. O regime capitalização cria poupança interna, forte?, destacou o ministro. Paulo Guedes falou que o desemprego e a desigualdade são frutos de elevados custos trabalhistas e de aposentadorias pagas a quem não contribui para a Previdência e enfatizou os benefícios de um sistema de capitalização. ?A primeira coisa que eu falo para o jovem brasileiro é o seguinte: chegue para o seu pai peça pra ele pra fazer um sacrifício: ser responsável financeiramente, consequente, em vez de te condenar ao desemprego. Sabe por que você tá desempregado, jovem? Porque para empregar uma pessoa você tem que desempregar outra. Os custos trabalhistas são muito altos. Sabe por que? Essa Previdência é perversa. Ela financia privilégios, ela financia desigualdades com o pior imposto do mundo. É o imposto sobre o trabalho. Então tem 50 milhões de brasileiros que não contribuem para Previdência e vão se aposentar. É por isso que o sistema já está quebrado. Então quando você faz um regime de poupança a Previdência, a nova Previdência baseado na poupança, você vai dar um choque de empregabilidade naqueles jovens. Dos jovens que estavam ali, um milhão, dois milhões, três milhões vão arrumar emprego em menos de um ano, porque você reduziu. Isso é simples, corta pela metade o custo do trabalho?.
    • 19 Apr 2019 00:55
      TJSC mantém condenação de homem por publicação contra nordestinos em rede social após eleições
    • 19 Apr 2019 00:53
      Servidores do Samu no Amapá apontam déficit de profissionais e exigem contratações
    • 19 Apr 2019 00:51
      Relatório sobre a interferência da Rússia na eleição americana é divulgado
      Documento detalha contatos entre agentes ligados ao governo russo e integrantes da campanha eleitoral de Donald Trump. Relatório sobre a interferência da Rússia na eleição americana é divulgado O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou parte do relatório do procurador especial Robert Mueller sobre a interferência da Rússia na eleição presidencial americana. Foi o relatório mais esperado pelo país e o mais temido por Donald Trump desde que ele assumiu a presidência. Os dois anos de investigação resultaram em um documento com mais de 400 páginas, com trechos omitidos para proteger informações sigilosas. O documento detalha contatos entre agentes ligados ao governo russo e integrantes da campanha eleitoral de Trump. Mas conclui que não há provas de que esses contatos resultaram em uma conspiração para interferir nas eleições de 2016. O investigador especial Robert Mueller também analisou dez atitudes do presidente para determinar se ele cometeu crime de obstrução de Justiça, como a demissão do então diretor do FBI, James Comey; e ordens para que Mueller fosse removido da investigação. O relatório diz que Trump estava tão preocupado com o trabalho de Mueller que afirmou: "Isso é terrível. É o fim da minha presidência". Mueller escreveu: "As tentativas de Trump para influenciar a investigação foram mal sucedidas principalmente porque as pessoas em volta do presidente se recusaram a cumprir as ordens dele". E completou: "Esse relatório não conclui que o presidente cometeu um crime, mas também não o inocenta.? E isso está deixando a oposição animada no Congresso. Mueller afirmou que regras internas impedem que o Departamento de Justiça, parte do Executivo, possa indiciar um presidente em exercício. Mas alertou que essa limitação não se aplica ao Congresso, que é um poder independente. Os parlamentares podem, inclusive, interrogar o presidente, algo que Mueller nunca conseguiu fazer. Antes de divulgar o relatório, o chefe do Departamento de Justiça, William Barr, defendeu novamente a decisão dele de inocentar Trump da acusação de obstrução, mesmo havendo dúvida em relação a isso no relatório. Trump voltou a dizer que a investigação foi uma farsa. E completou: " Eu estou tendo um bom dia. Nenhum conluio, nenhuma obstrução."
    • 19 Apr 2019 00:45
      Comerciante cria lamparina de garrafa pet para manter vivo símbolo do Fogaréu em Oeiras
    • 19 Apr 2019 00:45
      Censura a sites recebeu críticas de políticos, procuradores e de integrantes do Supremo
      Censura aos sites de O Antagonista e da revista ?Crusoé? durou três dias e foi duramente criticada, inclusive por outros ministros do STF. Censura a sites recebeu críticas de políticos, procuradores e de integrantes do Supremo A censura aos sites durou três dias e foi duramente criticada, inclusive por outros ministros do STF. Entre os colegas do Supremo, as críticas públicas continuaram nesta quinta-feira (18). O ministro mais antigo da Corte, Celso de Mello, divulgou mensagem condenando a censura praticada pelo Poder Judiciário. Sem citar diretamente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, o decano disse que: ?a censura, qualquer tipo de censura, mesmo aquela ordenada pelo Poder Judiciário, mostra-se prática ilegítima, autocrática e essencialmente incompatível com o regime das liberdades fundamentais?. Celso de Mello disse que ?o Estado não tem poder algum para interditar a livre circulação de ideias ou o livre exercício da liberdade constitucional de manifestação do pensamento ou de restringir e de inviabilizar o direito fundamental do jornalista de informar, de pesquisar, de investigar, de criticar e de relatar fatos e eventos de interesse público, ainda que do relato jornalístico possa resultar a exposição de altas figuras da República. A prática da censura, inclusive da censura judicial, além de intolerável, constitui verdadeira perversão da ética do direito?. Para o ministro, ?eventuais abusos da liberdade de expressão poderão constituir objeto de responsabilização 'a posteriori', sempre, porém, no âmbito de processos judiciais regularmente instaurados nos quais fique assegurado ao jornalista e ao órgão de imprensa a prerrogativa de exercer, de modo pleno, sem restrições, o direito de defesa, observados os princípios do contraditório e da garantia do devido processo legal?. Ao blog da jornalista Andréia Sadi, o ministro Marco Aurélio Mello defendeu que o Ministério Público Federal recorresse ao STF para o plenário julgar a censura. Em entrevista à Rádio Gaúcha, o ministro Marco Aurélio Mello chamou de "mordaça" a decisão do ministro Alexandre de Moraes de censurar os sites. ?Mordaça. Mordaça. Isso não se coaduna com os ares democráticos da Constituição de 1988. Não temos saudade do regime pretérito. E não me lembro, nem no regime pretérito, que foi um regime de exceção, que medidas assim tão virulentas como foi essa. Agora, o ministro deve evoluir e deve afastar, evidentemente, esse crivo que ele implementou?, disse. O vice-presidente, Hamilton Mourão, também fez críticas. ?Eu já declarei que eu considero que foi um ato de censura isso aí. Óbvio que está no seio do judiciário, é uma decisão tomada pelo STF e compete ao judiciário chegar a um final melhor disso aí tudo", afirmou. Nesta semana, o ministro Alexandre de Moraes negou o pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para anular os atos e arquivar a investigação. O inquérito que está no centro da polêmica foi instaurado no mês passado, por determinação do presidente do Tribunal, ministro Dias Toffoli, para apurar ofensas e ameaças ao Supremo e a ministros, mas não deixou claro o alcance da investigação. A investigação foi aberta de ofício, ou seja, sem pedido do Ministério Público, como prevê a lei. A reação ao inquérito do Supremo uniu até procuradores que estão na disputa ao cargo de procurador-geral. Cinco pré-candidatos manifestaram nesta quarta (17) preocupação com o inquérito, pediram o arquivamento, e se manifestaram em nota conjunta: ?os subprocuradores-gerais da República Nicolao Dino e Mário Bonsaglia, além dos procuradores regionais da república Vladimir Aras, Lauro Cardoso e Blal Dalloul afirmaram que, ao mesmo tempo em que expressam seu compromisso com os valores essenciais ao Estado Democrático de Direito, também têm a expectativa de que o próprio Supremo Tribunal Federal, em seu papel de guardião da Constituição, determine o trancamento do inquérito". Eles também criticaram a decisão de Alexandre de Moraes de rejeitar o arquivamento da investigação, pedido por Raquel Dodge na terça-feira (16). ?A decisão de indeferimento da promoção de arquivamento formulada, na última terça-feira (16), pela procuradora-geral da República, estabelece, agora, uma situação inusitada em que subsiste uma investigação sem que a titular da persecução penal com ela concorde, transformando, em síntese, o procedimento investigatório num fim em si mesmo". O presidente da Associação dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti, chamou o inquérito que apura ofensas e ameaças contra ministros de "aberração jurídica". ?É uma aberração jurídica na nossa visão. Em qualquer democracia, o Poder Judiciário é um dos pilares fundamentais. O Supremo Tribunal Federal é a cúpula do Poder Judiciário, ele dá a última palavra sobre a interpretação das leis. Com isso, o que eu estou querendo dizer é o seguinte: só o Supremo pode corrigir o Supremo. E nós temos muita convicção de que isso vai acontecer, porque quando for levada a matéria a plenário, eu tenho certeza de que essa questão será corrigida, com devido respeito ao ministro Dias Toffoli e ao ministro Alexandre de Moraes. São pessoas que merecem nosso apreço, mas que nesse ponto, juridicamente, se equivocaram?, afirmou.
    • 19 Apr 2019 00:44
      VÍDEOS: PITV 2 desta quinta-feira, 18 de abril de 2019
    • 19 Apr 2019 00:44
      Veja quando vale a pena pedir antecipação do Imposto de Renda
    • 19 Apr 2019 00:43
      Bombeiros que apagaram o incêndio na catedral de Notre-Dame recebem homenagens
      Presidente Emmanuel Macron entregou uma medalha de honra a 250 homens e mulheres no Palácio do Eliseu. Em outra cerimônia, na prefeitura de Paris, eles participaram de um concerto. Reitor da Catedral de Notre-Dame quer construir templo provisório em Paris O reitor da Notre-Dame anunciou que quer construir um templo provisório em Paris, até que a catedral seja restaurada. O novo templo de madeira deve ficar em frente à igreja, mas o reitor da catedral ainda não deu detalhes sobre a ideia. Bombeiros e policiais que combateram o incêndio receberam duas homenagens nesta quinta (18). O presidente Emmanuel Macron entregou uma medalha de honra a 250 homens e mulheres no Palácio do Eliseu. Em outra cerimônia, na prefeitura de Paris, eles participaram de um concerto. As homenagens vão continuar nesta sexta (19). A arquidiocese de Paris marcou a Via Crucis para os arredores da catedral. A procissão que relembra a Paixão de Cristo segundo a tradição cristã vai começar em frente à Notre-Dame e seguirá pelas margens do Rio Sena.
    • 19 Apr 2019 00:37
      Vias têm trânsito interditado e terminal de ônibus é transferido temporariamente em nova fase da requalificação da Rua Chile
    • 19 Apr 2019 00:36
      Lava Jato diz que só acessou documento que cita Toffoli após publicação de reportagens
      Força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) divulgou nota com certidão de acessos ao inquérito nesta quinta-feira (18). Censura a sites recebeu críticas de políticos, procuradores e de integrantes do Supremo O inquérito que inclui documento que embasou reportagens censuradas da revista "Crusoé" e do site "O Antagonista" foi acessado por procuradores do Ministério Público Federal (MPF) após a publicação dos veículos de comunicação, de acordo com a força-tarefa da Operação Lava Jato. As reportagens, que tiveram a censura revogada nesta quinta-feira (18), citam o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli. Na segunda-feira (15), o ministro Alexandre de Moraes havia determinado que o site e a revista retirassem os conteúdos do ar. Moraes tinha considerado a reportagem da "Crusoé" um "típico exemplo de fake news" porque a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que não havia recebido documento que comprovaria que Toffoli era o personagem apelidado de "amigo do amigo de meu pai" em um e-mail trocado entre o empresário Marcelo Odebrecht e dois executivos da construtora, ao contrário do que afirmou a revista. Nesta quinta, o MPF divulgou uma nota na tentativa de afastar especulações que, segundo a força-tarefa, levantaram suspeitas de supostos vazamentos por parte de procuradores que atuam na Lava Jato. Conforme o MPF, uma certidão com informações extraídas do sistema da Justiça Federal demonstra que os procuradores acessaram o inquérito a partir das 22h04 do dia 11 de abril. A "Crusoé", segundo eles, publicou o material às 20h01. "Portanto, a tentativa leviana de vincular o vazamento a procuradores da FT [força-tarefa] é apenas mais um esforço para atacar a credibilidade da força-tarefa e da operação, assim como de desviar o foco do conteúdo dos fatos noticiados", diz trecho da nota. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    • 19 Apr 2019 00:26
      Polícia Civil do RJ indicia vencedora do BBB por intolerância religiosa
    • 19 Apr 2019 00:25
      Museu guarda estandarte original da Procissão do Fogaréu, na cidade de Goiás
    • 19 Apr 2019 00:24
      MPF identifica responsável por tentar transferir R$ 20 mi para empresas do coronel Lima
      Coronel Lima é acusado de ser operador financeiro de um esquema de corrupção chefiado pelo ex-presidente Michel Temer. MPF identifica responsável por tentar transferir R$20 mi para empresas do Coronel Lima A Lava Jato no Rio identificou o responsável por tentar transferir R$ 20 milhões para empresas do coronel João Batista Lima. O coronel Lima é acusado de ser operador financeiro de um esquema de corrupção que seria chefiado pelo ex-presidente Michel Temer. Antônio Carlos Correia da Silva é gerente financeiro da Argeplan. Funcionários do banco Santander disseram ao Ministério Público que ele foi o responsável pela tentativa de depósito de R$ 20 milhões em outubro de 2018. A Argeplan é a empresa controlada por João Batista Lima Filho, o coronel Lima, apontado pelos procuradores como o braço direito e operador financeiro de Michel Temer. Quando o ex-presidente e o coronel foram presos, em março, as autoridades revelaram um relatório do Coaf, o Conselho de Atividades Financeiras, que informava uma tentativa de depósito de R$ 20 milhões em dinheiro vivo, sem comprovar a origem dos valores. Agora, o Coaf retificou aquele relatório, passando a informar que os R$ 20 milhões seriam transferidos de outro banco. Segundo o Ministério Público Federal, com as novas informações, os indícios de irregularidades na tentativa de movimentação financeira são ainda mais graves porque podem caracterizar dissimulação ou ocultação de valores. Os gerentes do banco deram detalhes do episódio. Segundo eles, Antônio Carlos foi à agência tentando abrir três contas diferentes: duas em nome das empresas PDA Projeto e PDA Administração, controladas pelo coronel Lima, além de uma em nome de Carlos Alberto Costa, outro sócio da Argeplan. Os gerentes perguntaram sobre a origem do dinheiro. Antônio Carlos informou na agência que era apenas o procurador e que o coronel Lima era quem poderia prestar as informações. Mas Antônio Carlos mencionou que a empresa havia recebido valores de vendas de galpões e lojas e também realizado obras. Disse também segundo o gerente Fabrício Farinelli, que o dinheiro iria para o Santander através de TED oriunda do banco Bradesco. A gerente-geral da agência, Silvana Alves de Souza disse que a abertura de conta foi recusada pelo Santander. Pois já havia notícias de que a Argeplan estaria envolvida em investigações. Os procuradores juntaram ao processo outros indícios de que o dinheiro viria de contas no Bradesco. A Lava Jato encontrou na Justiça de São Paulo um processo do coronel Lima contra o Bradesco, porque o banco tinha fechado unilateralmente as contas dele e das empresas que controla. O processo foi movido uma semana depois da recusa do Santander em abrir as novas contas. Na época da prisão do coronel Lima, a Justiça encontrou e bloqueou na conta no Bradesco da PDA Administração mais de R$ 21 milhões, um valor que se encaixa em todos os relatos da tentativa de transferência. A reportagem do Jornal Nacional foi até a casa de Antônio Carlos Correia da Silva na noite de quarta-feira (17) em São Paulo. A irmã dele disse que ele tinha saído e contou que ele começou a trabalhar na Argeplan em 2014, que ficou indignado quando a história do dinheiro surgiu e que gostaria de ser ouvido. O Bradesco declarou que não se pronuncia sobre assuntos que são objetos de ações judicias em andamento. A defesa do Coronel Lima e de Carlos Alberto Costa declarou que a retificação das informações pelo Coaf mostra que não houve qualquer tentativa escusa de depósito de valores em espécie. Que existiu apenas contato com o banco para possível abertura de conta e transferência formal de valores de origem lícita que já se encontravam em outra instituição financeira. A defesa de Michel Temer afirmou que essa versão afasta qualquer possibilidade de caracterização de crime de lavagem de dinheiro - que se esse crime tivesse ocorrido, teria de ser apurado em São Paulo, não no Rio de Janeiro e que o ex-presidente não é e nunca foi sócio da Argeplan, sendo improcedente imputar a ele algo que poderia ter sido praticado por alguém da empresa.
    • 19 Apr 2019 00:23
      Motoqueiro colide contra carro e morre na avenida Duque de Caxias
      De acordo com informações preliminares da Polícia Civil, a vítima seria suspeita de participar de um assalto. Na fuga, bateu a moto contra um carro. Um motoqueiro morreu em um acidente de trânsito ocorrido na noite desta quinta-feira (18), na avenida Duque de Caxias, bairro do Marco, em Belém. De acordo com informações preliminares da Polícia Civil, a vítima seria suspeita de participar de um assalto. Na fuga, bateu a moto contra um carro. Na queda, bateu a cabeça no asfalto e morreu.
    • 19 Apr 2019 00:23
      Encontrado mais um corpo entre os escombros dos prédios que caíram na Muzema, no Rio
      Após sete dias de buscas, três pessoas ainda estão desparecidas. No Rio, duas testemunhas reconheceram o suspeito de construir os prédios que desabaram na Muzema. A polícia investiga se ele já deixou o estado. Encontrado mais um corpo entre os escombros dos prédios que caíram na Muzema, no Rio Sete dias de buscas. Os bombeiros dizem que as chances de encontrar sobreviventes são remotas. Ainda há três pessoas desaparecidas. A Polícia tenta avançar nas investigações. Apura se o suspeito de ser o dono dos prédios que desabaram fugiu para outro estado, Pernambuco ou Paraíba, logo depois da tragédia. Dois moradores já confirmaram em depoimento que José Bezerra de Lira, conhecido como Zé do Rolo ou Zé Roleiro, era o responsável pelas construções. Os policiais também investigam um primo de Zé do Rolo. Ele teria erguido dois edifícios ao lado dos que vieram abaixo na sexta-feira (12). Esses imóveis estão condenados. Em um anúncio de venda de apartamentos num dos prédios que caíram estão os contatos de dois corretores: Juciléia Santos e Renato Ribeiro. O Jornal Nacional procurou pelos dois, mas eles não foram encontrados. Em outubro de 2018, numa série de reportagens sobre as milícias no Rio, o RJTV ligou para Renato. O telefone dele era o mesmo que constava no anúncio. Repórter: ?Para parcelar, que tipo de garantia tem que ter??. Renato: ?Direto comigo, amigo, direto comigo. Garantia nenhuma: você pode vir, não tem negócio de nome sujo, nada disso. É só chegar aqui, partir para dentro do imóvel e pagar as parcelas. Eu que aprovo, eu que sou o dono?. Esta quinta-feira (18) foi mais um dia de despedidas. Cerimônia simples, sem velório, mas que deixam qualquer pessoa emocionada. Pedro Lucas, de sete anos, e Isaque, de nove, eram irmãos. O cortejo seguiu em silêncio. Os meninos foram enterrados bem perto um do outro, como sempre ficavam, unidos. O desabamento destroçou a família. Além de Isaque e de Pedro Lucas, uma irmã e o pai também morreram. A mãe Paloma Paes Leme e o caçula estão internados. Segundo os médicos, o estado de saúde deles é estável. ?Peço a Deus que dê forças à minha irmã para que ela saia dessa luta e erga sua cabeça. Agora, eu não acredito em justiça?, disse Sandro Cunha Siqueira, irmão da Paloma.
    • 19 Apr 2019 00:22
      Detento internado em hospital no Pará foge enquanto agente vai ao banheiro
    • 19 Apr 2019 00:22
      Alexandre de Moraes revoga a censura aos sites da revista ?Crusoé? e de 'O Antagonista'
      Sites publicaram reportagem com citações ao presidente da Corte, Dias Toffoli. Decisão saiu após críticas públicas de juristas procuradores e até de ministros do Supremo. Alexandre de Moraes revoga a censura aos sites da revista Crusoé e de O Antagonista O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, revogou a decisão que censurava reportagens dos sites da revista Crusoé e de O Antagonista. As reportagens tratavam da delação de Marcelo Odebrecht, na qual cita o presidente da Corte, Dias Toffoli. No documento, não há referências a pagamentos ilegais. A decisão saiu, no fim da tarde desta quinta (18), após críticas públicas de juristas, procuradores e até de ministros do Supremo Tribunal Federal, que se manifestaram contra a censura. Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes relembrou os motivos que o levaram a retirar do ar a reportagem dos sites da revista Crusoé e O Antagonista e rebateu as reações contra a sua decisão: ?repudia-se, portanto, as infundadas alegações de que se pretende restringir a liberdade de expressão e o sagrado direito de crítica, essencial à democracia e ao fortalecimento institucional brasileiro, pois a liberdade de discussão, a ampla participação política e o princípio democrático estão interligados com a liberdade de expressão, em seu sentido amplo, abrangendo as liberdades de comunicação e imprensa, sendo de absoluta e imprescindível importância a integral proteção à ampla possibilidade de realização de críticas contra ocupantes de cargos e funções públicas?. O ministro destacou que ?trata-se do consagrado binômio liberdade e responsabilidade, jamais permitindo-se a existência de mecanismos de censura prévia, e que nosso texto constitucional consagra, portanto, a plena liberdade de expressão, sem censura prévia e com possibilidade de responsabilização posterior?. Alexandre justificou que ?foi o que ocorreu na presente hipótese, onde inexistente qualquer censura prévia, determinou-se cautelarmente a retirada posterior de matéria baseada em documento sigiloso cuja existência e veracidade não estavam sequer comprovadas e com potencialidade lesiva à honra pessoal do presidente do Supremo Tribunal Federal e institucional da própria Corte, que não retratava a verdade dos fatos. Como bem salientado pela Procuradoria Geral da República, ao publicar a seguinte nota de esclarecimento? O ministro reproduziu a nota da PGR: "ao contrário do que afirma o site O Antagonista, a Procuradoria-Geral da República (PGR) não recebeu nem da força-tarefa Lava Jato no Paraná e nem do delegado que preside o inquérito qualquer informação que teria sido entregue pelo colaborador Marcelo Odebrecht em que ele afirma que a descrição "amigo do amigo de meu pai" refere-se ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli". A nota da Procuradoria foi publicada no sábado e não desmentia o teor do documento ou a existência dele. O documento que baseou a reportagem censurada trazia o relato de Marcelo Odebrecht em que Toffoli é citado como sendo ?amigo do amigo de meu pai? nos e-mails internos da empresa, sem menção a dinheiro ou pagamentos. Após falar da nota da PGR, o ministro segue dizendo que posteriormente, informações prestadas pelo juiz federal da 13ª Vara criminal de Curitiba corroboraram os esclarecimentos feitos pela PGR, pois o documento sigiloso citado na reportagem não havia sequer sido remetido à Procuradoria Geral da República. Somente na tarde do dia 12 de abril, ou seja, após publicação e ampla divulgação da matéria, o MPF do Paraná solicitou o desentranhamento do referido documento e seu envio à chefia da instituição. O juiz Luiz Antonio Bonat retirou do processo o documento por entender que não tinha relação com a investigação em curso, sobre irregularidades na construção da usina de Belo Monte, no Pará e que deveria ser enviado à PGR. O ministro Alexandre Moraes diz que solicitou o documento, que embasou a reportagem. E que só nesta quinta (18) ele chegou ao gabinete. O ministro afirmou que agora ficou comprovado que se trata de uma documentação legítima, o que derruba a necessidade manter a reportagem fora do ar. Na decisão desta quinta, ele afirmou: ?comprovou-se que o documento sigiloso citado na matéria realmente existe, apesar de não corresponder à verdade o fato que teria sido enviado anteriormente à PGR para investigação. Na matéria jornalística, ou seus autores anteciparam o que seria feito pelo MPF do Paraná, em verdadeiro exercício de futurologia, ou induziram a conduta posterior do parquet; tudo, porém, em relação a um documento sigiloso somente acessível às partes no processo, que acabou sendo irregularmente divulgado e merecerá a regular investigação dessa ilicitude". E concluiu: ?a existência desses fatos supervenientes - envio do documento à PGR e integralidade dos autos ao STF - torna, porém, desnecessária a manutenção da medida determinada cautelarmente, pois inexistente qualquer apontamento no documento sigiloso obtido mediante suposta colaboração premiada, cuja eventual manipulação de conteúdo pudesse gerar irreversível dano a dignidade e honra do envolvido e da própria Corte, pela clareza de seus termos. Diante do exposto, revogo a decisão anterior que determinou ao site O Antagonista e a revista Crusoé a retirada da matéria intitulada "o amigo do amigo de meu pai" dos respectivos ambientes virtuais?. Na decisão desta quinta, o ministro Alexandre de Moraes também citou que ?o inquérito sobre ofensas a ministros também apura vazamento de informações e documentos sigilosos, com o intuito de atribuir e/ou insinuar a prática de atos ilícitos por membros da Suprema Corte, por parte daqueles que tem o dever legal de preservar o sigilo; a força-tarefa divulgou nota em que anexa uma certidão que demonstra que os procuradores da força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal do Paraná só acessaram os autos em que foi juntado o documento de que trata a matéria da revista Crusoé intitulada "o amigo do amigo de meu pai" às 22h04 de 11 de abril, portanto, após a publicação da notícia sobre o assunto no site da revista e no site O Antagonista. A referida matéria estava disponível, pelo menos, desde às 20h01 de 11 de abril. Eles dizem que a tentativa leviana de vincular o vazamento a procuradores da força-tarefa é apenas mais um esforço para atacar a credibilidade da força-tarefa e da operação, assim como de desviar o foco do conteúdo dos fatos noticiados?. Na edição desta quinta do jornal Valor Econômico, o ministro Dias Toffoli justificou a derrubada dos sites. Toffoli disse que "se você publica uma matéria chamando alguém de criminoso, acusando alguém de ter participado de um esquema, e isso é uma inverdade, tem que ser tirado do ar. Ponto. Simples assim". E que: "é necessário mostrar autoridade e limites. Não há que se falar em censura neste caso da Crusoé e de O Antagonista" Quarta à noite, em um evento na Congregação Israelita, em São Paulo, o presidente do Supremo, que determinou a abertura do inquérito, defendeu a liberdade de expressão: ?é dever do Poder Judiciário promover a aplicação das liberdades públicas, notadamente a liberdade de expressão, em absoluta e sempre em absoluta sintonia com a inspiração que promove essa tradição. Sem um Poder Judiciário independente e autônomo, sem uma imprensa livre, nós não temos democracia. Mas tudo tem que ser dentro dos parâmetros da Constituição?. Agora à noite, o sócio da revista Crusoé, Mario Sabino, e o diretor de redação, Rodrigo Rangel, agradeceram apoio recebido, em nota: ?a Crusoé e O Antagonista agradecem aos seus leitores a solidariedade recebida durante os dias em que a revista e o site foram mantidos sob censura. Os nossos agradecimentos são extensivos a todos os jornais, revistas, emissoras de rádio e TV, sites e jornalistas na pessoa física que se uniram ao nosso protesto, mostrando o absurdo da decisão do ministro do STF?. A Associação Nacional de Editores de Revistas e a Associação Nacional de Jornais divulgaram nota sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes. A ANER e a ANJ afirmaram que a revogação da proibição da divulgação de textos dos dois sites restabeleceu o princípio maior da liberdade de imprensa e que a sociedade brasileira, de maneira quase unânime, mais uma vez demonstrou que repele toda e qualquer forma de censura aos meios de comunicação.